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Mundo

Pequim ordena fechamento de empresas norte-coreanas no território chinês

media Sanções podem balançar as relações entre China e Coreia do Norte, aliados tradicionais. REUTERS/Joseph Campbell

As empresas estabelecidas na China por entidades e por cidadãos norte-coreanos terão de fechar as portas antes de meados de janeiro, anunciou o ministro chinês do Comércio nesta quinta-feira (28). A medida faz parte da última série de sanções adotadas pela ONU contra o programa nuclear de Pyongyang.

Pequim informou que as empresas têm 120 dias para fechar, a partir da adoção da resolução 2375 por parte do Conselho de Segurança em 11 de setembro. A medida também afeta joint ventures com companhias chinesas. Apenas ficarão de fora da medida as organizações não comerciais ou envolvidas em infraestruturas de serviço público, que serão examinadas "caso a caso", segundo o ministério chinês.

A resolução 2375, que Pequim apoia, ratifica o oitavo pacote de sanções da ONU contra o regime de Kim Jong-Un, principalmente com a proibição do abastecimento de petróleo. O texto foi adotado após o sexto teste nuclear realizado por Pyongyang, em 3 de setembro, o mais potente até hoje, que provocou um violento tremor, que chegou a ser sentido no nordeste da China.

Em decorrência do pacote de sanções anterior, a China proibiu no fim de agosto que empresas e cidadãos norte-coreanos estabelecessem novas empresas em seu território e alguns bancos chineses começaram a rejeitar clientes norte-coreanos. Pequim, que é responsável por fornecer praticamente todo o petróleo consumido na Coreia do Norte, também havia confirmado no sábado (23) que limitaria drasticamente as exportações de produtos petroleiros refinados ao país vizinho.

As autoridades chinesas afirmam que pretendem aplicar as sanções da ONU "em sua integridade". Porém, insiste que continua buscando uma solução "pacífica" para a crise.

A China defende uma retomada das negociações de paz e propõe uma "dupla moratória": a interrupção simultânea dos testes balísticos e nucleares de Pyongyang e das manobras militares conjuntas da Coreia do Sul e Estados Unidos.

(Com informações da AFP)

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