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Mundo

Polícia remove barricadas de estudantes em Hong Kong

media Polícia remove barricadas em Hong Kong nesta terça-feira, 14 de outubro de 2014. REUTERS/Bobby Yip

A polícia de Hong Kong declarou nesta terça-feira (14) que continuará com as operações para expulsar os manifestantes pró-democracia dos locais ocupados desde o início dos protestos, no dia 28 de setembro.

Durante a madrugada, 150 policiais retiraram barreiras metálicas instaladas pelos manifestantes no bairro comercial de Causeway Bay e restabeleceram parcialmente o trânsito. Operações semelhantes vão acontecer no bairro de Mongkok, segundo autoridades locais. Este bairro popular, conhecido pela forte presença da máfia chinesa, é um local de risco, afirmou o porta-voz das forças de segurança.

Os estudantes travam há duas semanas um braço de ferro com Pequim por eleições livres e democráticas no Executivo de Hong Kong. A votação está prevista para 2017. O governo chinês tem negado o diálogo com os militantes por temer que as reivindicações alcancem outros territórios em conflito com o governo central de Pequim.

O bloqueio das ruas em bairros centrais de Hong Kong afetou consideravelmente o cotidiano dos moradores do território semiautônomo, situado no extremo sul da China, com mais de sete milhões de habitantes. No início, o "movimento dos guarda-chuvas" ganhou a simpatia da população, mas com o passar dos dias os engarrafamentos e o fechamento de escolas e lojas deixaram muitas pessoas contra os manifestantes.

Confrontos

Nos últimos dias, foram registrados confrontos, alguns violentos, entre manifestantes e pessoas que poderiam ser ligadas à máfia chinesa, acusadas de atuar amparadas pelas autoridades de Pequim.

Uma pesquisa publicada nesta terça-feira pela Universidade de Hong Kong mostra que a popularidade do chefe do Executivo local, Leung Chun-ying, caiu 2,6% desde o fim de setembro, a 40,6%, o segundo menor índice desde que chegou ao poder em 2012.

Alex Chow, um dos líderes dos protestos, declarou que o movimento não se renderá enquanto Leung não oferecer uma solução. Os militantes exigem a demissão de Leung, acusado de ser uma marionete de Pequim.

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