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Europa

Polícia prende quatro homens suspeitos de morte de jornalista na Irlanda do Norte

media Pichação em muro de Londonderry evidencia tensão sobre o nacionalismo irlandês. REUTERS/Clodagh Kilcoyne

Quatro homens foram detidos nesta quinta-feira (9) no âmbito da investigação sobre a morte da jornalista Lyra Mckee, em 18 de abril em Londonderry. O grupo dissidente republicano Novo IRA, reivindicou a responsabilidade do assassinato, segundo a polícia da Irlanda do Norte.

De acordo com o comissário Jason Murphy, “quatro homens de 15, 18, 38 e 51 anos foram detidos na cidade de Londonderry esta manhã, em relação aos atos violentos registrados nas ruas de Creggan na noite da morte de Lyra Mckee", afirmou. Os suspeitos estão em detenção provisória e serão interrogados pela polícia em Belfast.

De acordo com as autoridades norte-irlandesas, McKee, 29 anos, morreu ao ser atingida por um tiro disparado por um homem que abriu fogo contra um grupo de policiais durante distúrbios no bairro católico de Creggan em Londonderry.

O Novo IRA admitiu sua responsabilidade em 23 de abril, em uma declaração ao jornal The Irish News, na qual pediu "sinceras desculpas à companheira, à família e aos amigos de Lyra McKee", que morreu "tragicamente quando estava perto das forças inimigas".

A morte da jornalista provocou grande comoção no Reino Unido e na vizinha República da Irlanda, com as recordações do conflito sangrento entre republicanos e unionistas que atingiu a província britânica da Irlanda do Norte durante 30 anos, deixando quase 3.500 mortos.

Grupos dissidentes continuam lutando pela reunificação da Irlanda

A violência entre nacionalistas, principalmente católicos e partidários da reunificação da Irlanda e protestantes, defensores da permanência como parte da Coroa britânica, chegou ao fim em 1998 com o Acordo de Paz da Sexta-Feira Santa.

O documento determinou a retirada das forças britânicas e o desarmamento do Exército Republicano Irlandês (IRA). Alguns pequenos grupos de republicanos dissidentes, entretanto, continuam lutando pela reunificação da Irlanda.

(Com informações da AFP)

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