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Europa

Hungria suspende viagens de trens para conter migrantes

media Polícia húngara promove retirada de migrantes da estação internacional ferroviária de Budapeste. REUTERS/Laszlo Balogh TPX IMAGES OF THE DAY

A polícia da Hungria esvaziou na manhã desta terça-feira (1) a estação internacional de trens de Budapeste e suspendeu temporariamente o tráfego ferroviário. A medida foi necessária, segundo as autoridades, pelo afluxo de centenas de migrantes, mais de 500 pessoas, que tentaram embarcar em trens para a Áustria e a Alemanha, causando confusão.

A retirada foi tranquila, mas em seguida, os migrantes fizeram uma manifestação espontânea na frente da estação, gritando: "Alemanha, Alemanha" e "Nós queremos partir". Alguns também diziam em coro “Merkel”, em alusão à chanceler alemã, Angela Merkel. Pelo alto-falante, uma mensagem informava que nenhum trem iria partir ou chegar à estação internacional de Keleti até nova ordem.

No mês de agosto, 50 mil migrantes, a maioria refugiados de guerras na Síria, Iraque ou Afeganistão, entraram na Hungria, país membro da União Europeia. Até ontem, o governo húngaro impedia a viagem de imigrantes que não tinham visto para circular no espaço Schengen, conjunto de países europeus que aboliram o controle de passaportes entre suas fronteiras.

Os migrantes se amontoavam em acampamentos improvisados nos arredores das duas estações de Budapeste. Diante da situação, as autoridades húngaras decidiram autorizar a partida dos migrantes.

Áustria registra novo recorde

Mais de 3.650 migrantes chegaram ontem à Áustria em trens que partiram da Hungria, um recorde segundo a polícia austríaca. As autoridades verificam agora quantos migrantes teriam direito a asilo. Os austríacos demonstram solidariedade com os refugiados. Vinte mil pessoas saíram às ruas de Viena na segunda-feira para cobrar um melhor tratamento aos migrantes e desejar as boas-vindas à União Europeia.

Novo caminho para chegar à Europa

Os sírios que fogem da guerra em seu país encontraram uma nova porta de entrada para a Europa: a fronteira entre a Rússia e a Noruega, pelo Ártico. Apesar do frio polar, eles geralmente fazem o cruzamento em bicicletas. "Cerca de 150 pessoas cruzaram a fronteira este ano, a maioria sírios", relatou a chefe da polícia norueguesa na cidade fronteiriça de Kirkenes, a mais de 4.000 km de Damasco. "A número de migrantes explodiu este ano."

Itália condenada

A Corte Europeia dos Direitos Humanos (CEDH) condenou a forma como a Itália tratou um grupo de migrantes tunisianos no centro de retenção da ilha de Lampedusa que depois foram expulsos do país em 2011. As condições de tratamento em Lampedusa foram indignas, declarou a Corte Europeia dos Direitos Humanos que também criticou a legalidade da retenção e posterior expulsão. A Corte foi acionada por três cidadãos tunisianos. A decisão por ser contestada nos próximos três meses.

 

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