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Mundo

Afeganistão: dezenas de mortos e hospitais superlotados em 3° dia de combates

media Checkpoint na estrada estratégica de Ghazni que liga Kabul a Kandahar: um soldado do exército monta guarda em 12 de agosto de 2018. REUTERS/Mohammad Ismail

Há dezenas de mortos em Ghazni, no Afeganistão, onde a luta continua entre os talibãs e as forças de segurança afegãs, pelo terceiro dia consecutivo. Desde a investida dos insurgentes nesta capital estratégica, a 200 quilômetros ao sul de Cabul, poucas informações conseguem furar o bloqueio do conflito.

Sonia Ghezali, correspondente da RFI em Cabul

As comunicações foram cortadas na cidade, que se encontra sem eletricidade desde sexta-feira (10). Os talibãs afirmam terem tomado o controle do centro da cidade, mas as autoridades continuam a negar. Serviços de saúde no local estão sobrecarregados, de acordo com a mídia local.

Nos corredores do hospital de Ghazni, o mínimo espaço é usado para tratar dos muitos feridos, segundo relatos da mídia afegã que citam fontes oficiais.

Segundo fontes militares, os combates continuam e se intensificaram. Mesmo se o chefe da polícia da província de Ghazni afirma que nenhum prédio do governo afegão se encontra sob o controle dos talibãs, as autoridades locais dizem o contrário.

Muitos argumentam que a prisão na cidade foi sitiada pelos talibãs no sábado passado, e que todos os prisioneiros foram libertados. Outros dizem que os escritórios da Comissão Eleitoral Independente foram queimados.

As informações fornecidas por fontes locais estão sendo constantemente contestadas por vozes oficiais em Cabul. A confusão continua a reinar sobre o destino de Ghazni, cortada do resto do país, sendo que os talibãs também atacaram postos policiais perto de uma base militar na província de Faryab, no norte do país, matando pelo menos dez soldados, de acordo com um chefe das forças especiais afegãs.

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