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Ataques aéreos fazem 28 vítimas entre civis na Síria

media Homem carrega ferido após ataque aéreo na cidade de Alepo, na Síria, neste sábado, 16 de julho de 2016. REUTERS/Abdalrhman Ismail

Pelo menos 28 civis, incluindo crianças, foram mortos neste sábado (16) durante ataques aéreos em bairros rebeldes da cidade síria de Alepo, no norte do país, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

"Onze civis - incluindo quatro crianças-, foram mortos durante ataques aéreos após a meia-noite na área de Bab al-Nasr, na parte velha de Alepo, e sete outros morreram no bairro Fardous", disse à AFP o diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, Rami Abdel Rahman. Sete outros civis, incluindo crianças, também morreram em áreas rebeldes, segundo o Observatório.

De acordo com o OSDH, o número ainda pode ficar maior devido ao grande número de feridos em situações críticas. "Pelo menos 20 pessoas ainda estão sob os escombros", disse Abdel Rahman. De acordo com um correspondente da AFP nos distritos de Alepo, controlada pelos insurgentes, "helicópteros e aviões de combate"  ainda se encontravam sobre áreas rebeldes neste sábado (16). Vários barris de explosivos também foram retirados.

As bombas atingiram também um hospital na área de al-Maadi, ferindo a equipe médica e os pacientes. "Todos os tipos de armas foram usadas para bombardear o hospital. Agora ele está inoperante", disse Mohammad Kheir, um dos médicos. Em lágrimas, uma mulher vestida de preto se agarrava desesperadamente à perna de um jovem coberto de sangue, no chão do hospital, relata a AFPl. Muitos suprimentos médicos estavam espalhados ao redor da sala.

Os rebeldes retaliaram por bombardeios nas áreas ocidentais da cidade, controlados pelas forças do regime do presidente sírio, Bashar al-Assad. A agência de notícias oficial SANA afirmou neste sábado (16) que uma pessoa tinha sido morta e nove ficaram feridas por ataques com foguetes na parte pró-governo da cidade.

Ex-capital econômica, Alepo foi dividida desde 2012 entre os bairros rebeldes do leste e oeste pro-Bashar al-Assad. A cidade é uma das questões-chave do conflito na Síria, que já matou mais de 280 mil pessoas desde 2011, e obrigando milhões de pessoas a abandonarem suas casas.

Na semana passada, as tropas do regime cortaram o caminho para Castello, no noroeste de Alepo, a última rota ainda aberta para transportar bens e pessoas para as áreas mantidas pelos rebeldes na cidade. As áreas rebeldes de Alepo se encontram desde então cercadas pelas forças do regime.

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