Ouvir Baixar Podcast
  • 14h27 - 14h30 GMT
    Flash de notícias 18/11 14h27 GMT
  • 14h06 - 14h27 GMT
    Programa 18/11 14h06 GMT
  • 14h00 - 14h06 GMT
    Jornal 18/11 14h00 GMT
  • 08h57 - 09h00 GMT
    Flash de notícias 18/11 08h57 GMT
  • 08h33 - 08h57 GMT
    Programa 18/11 08h33 GMT
  • 08h30 - 08h33 GMT
    Jornal 18/11 08h30 GMT
  • 08h36 - 08h57 GMT
    Programa 16/11 08h36 GMT
  • 08h30 - 08h36 GMT
    Jornal 16/11 08h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
França

França é maior inimigo do Islã, diz um líder dos braços da rede Al Qaeda

media Velas diante da embaixada da França em Hanói, Vietnâ, em 8/1/15, um dia após atentado ao jornal Charlie Hebdo. REUTERS/Kham

Ibrahim al-Rubaish, integrante da liderança da rede Al Qaeda na península arábica (Aqpa), diz que a França tomou o lugar dos Estados Unidos no topo da lista dos países inimigos do islamismo. A declaração foi feita através de uma gravação de áudio divulgada nesta sexta-feira (30), pelo site Youtube. Ele também incentivou ataques contra "infiéis" do ocidente que insultarem o profeta Maomé.

Com o “enfraquecimento” dos Estados Unidos nos últimos anos, “a França substituiu a América” por causa dos ataques constantes ao islamismo, declarou al-Rubaish. A gravação foi difundida no Youtube pelo serviço de comunicação da Aqpa.

O grupo, considerado por Washington como o braço mais ativo e mais perigoso da Al-Qaeda, reivindicou o atentado de 7 de janeiro em Paris contra o jornal satírico Charlie Hebdo. Dois irmãos extremistas mataram 12 pessoas ao invadir a redação da publicação.

Blasfêmia contra o profeta

Um outro responsável da Aqpa declarou, ao reivindicar o atentado, que o grupo agiu sob ordens do chefe da rede Al-Qaeda Ayman al-Zawahiri, a fim de “vingar” o que os extremistas chamam de “blasfêmia contra o profeta Maomé”.

Na mensagem de áudio divulgada hoje, Rubaish também incentivou ataques contra “infiéis” no ocidente que insultarem o profeta, principalmente na França. Ele acrescentou que nenhuma consulta com um superior é necessária.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.