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Europa

Governo espanhol destitui chefe da polícia catalã, que pede neutralidade

media O chefe do governo espanhol Mariano Rajoy, em Madri REUTERS/Susana Vera

Depois de anunciar ontem a dissolução do governo catalão, o governo espanhol confirmou neste sábado (28) em seu jornal oficial a destituição do chefe de operações da polícia catalã, Mossos d'Esquadra, Josep Lluis Trapero.

Em resposta à detenção de seu chefe, a polícia da região pediu aos agentes que se mantivessem “neutros” diante da situação e agissem com “profissionalismo”. Trapero, reconhecido pela sua atuação nos atentados de Barcelona e Cambril em agosto, já é alvo de um processo por “sedição”, crime que na Espanha significa revolta contra a ordem pública.

Em uma nota divulgada internamente, a polícia catalã recomendou aos seus agentes que não tomassem partido na crise que opõe Barcelona e Madri. A corporação lembra que haverá um aumento das manifestações em todo o território e os cidadãos têm opiniões diferentes. “É nossa responsabilidade garantir a segurança de todos e evitar tumultos nos protestos”, declarou.

O chefe do governo espanhol, Mariano Rajoy, demitiu nesta sexta-feira (27) o diretor administrativo da polícia regional e os membros do Parlamento, que declararam a independência unilateralmente, deteriorando ainda mais a crise política que começou depois do referendo de 1° de outubro sobre a separação da Catalunha.

“Se tiver que sermos presos, seremos”

Há dúvidas sobre a maneira que a polícia deverá retirar do Parlamento, à força, o presidente catalão e os membros do executivo regional. “Se tivermos que ser presos, cumprirmos penas que nos privem de nossa liberdade, ou termos nossos bens confiscados, teremos”, declarou o deputado Ferra Civit, da coligação catalã “Juntos pelo Sim”. “Eu quero dormir tranquilo à noite e isso significa ser coerente com meus ideais”, declarou em entrevista à RFI.

Depois de confirmar a dissolução do Parlamento, Rajoy também anunciou a realização de eleições antecipadas em 21 de dezembro, na região separatista. Por hora, o premiê e a vice-presidente do seu governo, Soraya Saenz de Santamaria, devem assumir o comando na Catalunha, substituindo o separatista Carles Puigdemont seu vice Oriol Junqueras, destituídos nesta sexta-feira (27).

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