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Mundo

Países do Golfo se reúnem para discutir crise entre Irã e Arábia Saudita

media Muçulmanos xiitas protestam em frente à embaixada da Arábia Saudita em Nova Deli na Índia. 04/01/16 REUTERS/Adnan Abidi

O Conselho de Cooperação do Golfo organizará uma reunião extraordinária sobre as tensões atuais entre a Arábia Saudita e o Irã, anunciou nesta terça-feira (5) o secretário-geral da instituição, Abdoullatif ben Rachid al Zayani. O encontro acontecerá neste sábado (9) em Riad, de acordo com um comunicado.

A Arábia Saudita, o Bahrein e o Sudão romperam as relações diplomáticas com o Irã depois do ataque da embaixada saudita em Teerã. Os manifestantes protestavam contra a execução do sheik Nimr al Nimr, figura da contestação xiita contra o regime wahabita.

A crise entre o Irã e a Arábia Saudita ganhou um novo capítulo na segunda-feira (4) com a decisão do Kuwait de convocar seu embaixador em Teerã. Aliado tradicional de Riad, o Kuwait é o quarto país árabe a romper suas relações com o país. O Irã mantém o tom e afirma que “a ruptura das relações com a Arábia Saudita não terá nenhuma repercussão no desenvolvimento do país”, de acordo com o porta-voz do governo.

Aumento da tensão preocupa comunidade internacional

O aumento da tensão entre os rivais xiita e sunita é vista com preocupação pela comunidade internacional. Os países temem que a crise acentue a instabilidade na região, o desequilíbrio geopolítico e os conflitos no Oriente Médio.

Nesta segunda-feira, o Conselho de Segurança da ONU exprimiu sua preocupação, dizendo que a crise nas relações entre Irã e Arábia Saudita podem ter consequências graves na região. A declaração divulgada pela ONU, adotada pelo 15 membros, não faz nenhuma menção à execução do xeque xiita.

Os representantes da ONU também pediram aos iranianos que protegessem as instalações diplomáticas e consulares da Arábia Saudita, além de seus funcionários, respeitando suas obrigações internacionais. Riad pediu ao Conselho que condenasse o ataque à embaixada, que constitui “uma grave violação da Convenção de Viena”, de acordo com o embaixador saudita na instituição, Abdallah al-Mouallimi. Ele disse que a ruptura das relações não impedirá Arábia Sautida de “trabalhar pela paz na Síria e no Iêmen", e afirmou que o país participará da próxima conferência pela paz na Síria, em 25 de janeiro.
 

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