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França

Explosão de carta-bomba deixa um ferido na sede do FMI em Paris

media As ruas em volta do escritório do FMI em Paris foram cercadas pela polícia após explosão de carta-bomba REUTERS/Philippe Wojazer

Uma carta-bomba explodiu na manhã desta quinta-feira (16) na sede parisiense do Fundo Monetário Internacional (FMI). Uma assistente da direção ficou ferida nas mãos e no rosto ao abrir o envelope. Os serviços antiterroristas da França foram mobilizados.

A explosão aconteceu às 11h30 pelo horário de Paris (7h30 em Brasília), quando uma funcionária do FMI abriu uma correspondência que continha explosivos. Segundo a polícia, a assistente de direção teria sido levemente ferida, com queimaduras no rosto e nas mãos.

Várias pessoas foram retiradas do prédio, situado no 16° distrito de Paris, a algumas quadras do Arco de Triunfo, em uma região turística da capital francesa. De acordo com as autoridades, a explosão não causou danos ao prédio.

O presidente francês, François Hollande, classificou a explosão como "um atentado". Segundo ele, o ataque mostra que os franceses "continuam sendo alvo" do terrorismo. De acordo com o chefe de Estado francês, a funcionária ferida estaria "entre a vida e a morte". Mas a informação sobre o estado de saúde da ferida ainda não foi formalmente confirmada.

Já a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, também se pronunciou logo após o episódio. "Eu condeno esse ato de violência covarde", disse a francesa. 

Segundo Michel Cadot, chefe da polícia de Paris, o envelope continha "ou um artefato pirotécnico ou algum tipo de rojão. Não se trata de uma bomba, e sim de algo relativamente artesanal". 

Os serviços antiterrorismo foram mobilizados para investigar o ataque, que até agora não foi reivindicado. "Tivemos algumas ameaças por telefone nos últimos dias, mas que não tinham nenhuma ligação com esse caso", completou. 

Pacote com explosivos em Berlim

Na véspera, a polícia alemã anunciou a descoberta no Ministério das Finanças, em Berlim, de um pacote que continha uma "mistura explosiva", frequentemente utilizada para causar ferimentos consideráveis. O pacote, que foi descoberto no setor de correios do ministério, continha uma mistura geralmente utilizada para a produção de material pirotécnico, segundo indicou a polícia.

De acordo com um porta-voz da polícia, também foi encontrado "uma espécie de detonador". Os jornais alemães Bild e B.Z indicaram que o pacote seria endereçado diretamente ao ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble.

"A mistura poderia ter causado, com a abertura do pacote, ferimentos consideráveis", segundo a fonte. A polícia evacuou o setor e as imediações para poder proceder à abertura do pacote em segurança.

Em janeiro de 2016, um pacote suspeito, que no fim das contas não representava risco, foi encontrado na sede do governo. E em novembro de 2010, um pacote contendo explosivo, endereçado à chanceler Angela Merkel, foi desarmado fora da chancelaria.

As autoridades ainda não sabem se há relação entre os dois ataques, em Paris e em Berlim.
 

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