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Américas

Suspeito de ligação com o esquema da Odebrecht, presidente peruano diz que não renunciará

media P presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, antes de encontrar o chileno Sebastián Piñera em Santiago, no Chile, em 10 de março de 2018 REUTERS/Pablo Sanhueza

A maioria dos peruanos acredita que o presidente Pedro Pablo Kuczynski deve ser destituído pelo Congresso, onde foi apresentado um pedido de impeachment "por incapacidade moral" devido a suas supostas irregularidades ligadas à brasileira Odebrecht, segundo uma pesquisa do Ipsos divulgada pela imprensa neste domingo (11).

Um total de 58% dos entrevistados afirmaram que Kuczynski deve ser destituído, enquanto 37% consideraram que o mandatário deve continuar até o final de seu mandato, em julho de 2021.

Os outros 5% não especificaram sua opinião na pesquisa nacional, realizada entre 7 e 9 de março com 1.254 pessoas e publicada pelo jornal El Comercio. A margem de erro é de 2,8%.

Kuzcynski, de 79 anos, deve enfrentar nos próximos dias um novo processo de impeachment no Congresso, o segundo em menos de três meses.

O novo pedido é impulsado pela minoritária esquerda parlamentar, mas conta com o apoio da primeira minoria do Congresso: Força Popular (direita populista), de sua rival Keiko Fujimori.

A oposição precisa de 87 votos, de um total de 130 congressistas, para destituir Kuczynski, cujo índice de reprovação chega a 76%, um ponto percentual a mais que em fevereiro, indicou a Ipsos. O apoio é de 19%, similar ao mês anterior.

"Vou me defender e não renunciarei", exclamou o presidente na sexta-feira em um ato público na cidade andina de Puno, 1.310 km a sudeste de Lima.

Os opositores afirmam que Kuczynski deve perder o cargo por suas "mentiras, enganos e graves conflitos de interesse" envolvendo a Odebrecht, "que configuram uma grave violação do decoro público".

(Com informações da AFP)

 

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