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Américas

Trump diz que deseja “trabalhar construtivamente” com a Rússia

media Putin e Trump se reuniram na sexta-feira (7) à margem da cúpula do G20 na cidade alemã de Hamburgo. REUTERS/Carlos Barria

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste domingo (9) que é hora de trabalhar "construtivamente" com a Rússia, afirmando que seu homônimo russo, Vladimir Putin, "negou veementemente" qualquer interferência russa nas eleições americanas de 2016.

Em uma série de tuítes no retorno de seu giro pela Europa, Trump anunciou que havia confrontado Putin sobre as evidências apresentadas pelas agências americanas de inteligência apontando uma interferência russa nas eleições do ano passado. "Insisti energicamente duas vezes junto ao presidente Putin sobre uma ingerência russa em nossa eleição", tuitou pela manhã.

"Ele negou veementemente", declarou. "Agora é hora de nos mexermos para avançarmos trabalhando construtivamente com a Rússia", ressaltou.

Trump informou ainda que discutiu com Putin a ideia de criar o que chamou de "unidade de cibersegurança impenetrável", a fim de impedir os ataques de hackers em eleições futuras. Além disso, os dois líderes falaram sobre a implementação de um cessar-fogo no sul da Síria, iniciado neste domingo, afirmando que o mesmo salvará vidas.

As polêmicas do conflito sírio e das sanções à Rússia

O conflito na Síria é um dos assuntos que mais gera divergências entre os dois países. Enquanto a Rússia é um dos principais aliados do regime de Bashar al-Assad, os Estados Unidos apoiam as forças rebeldes ao governo.

Apesar dos avanços, o presidente americano descartou um levantamento das sanções que pesam sobre Moscou relacionadas aos conflitos na Síria e na Ucrânia. No mês passado, Washington acrescentou 38 indivíduos e entidades em sua lista de russos e rebeldes pró-russos sancionados por causa dos combates no leste da Ucrânia.

Esse reforço das sanções fez aumentar as tensões entre os países, com Moscou advertindo que as mesmas ameaçavam o sucesso da relação bilateral. "As sanções não foram discutidas na reunião com o presidente Putin. Mas nada será feito até que os problemas sírio e ucraniano sejam resolvidos", garantiu o presidente republicano.

Putin e Trump se reuniram na sexta-feira (7) à margem da cúpula do G20 na cidade alemã de Hamburgo, quando discutiram problemas bilaterais.

Relatórios contraditórios 

As autoridades americanas e russas divulgaram relatórios contraditórios sobre os resultados da reunião, com Putin afirmando no sábado que Trump havia ficado "satisfeito" com suas respostas sobre a questão da intervenção russa nas eleições americanas. Em contrapartida, a embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, declarou que a negativa russa era esperada e que o encontro não permitiu uma "quebra de gelo". Segundo Haley, "a Rússia está tentando manter as aparências. E não podem".

De acordo com o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, Trump "tratou inteiramente a questão das eleições. Ele se centrou no cessar-fogo na Síria o que foi um grande avanço. Falou da Ucrânia e da Coreia do Norte. Foi, portanto, um encontro muito produtivo", concluiu.

O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, pediu à Rússia que tome medidas para aliviar o conflito separatista no leste da Ucrânia, que tanto Kiev como o ocidente consideram que é alimentado por Moscou. "É preciso que a Rússia dê o primeiro passo para apaziguar a situação no leste da Ucrânia", disse Tillerson em sua primeira visita a Kiev como chefe da diplomacia americana.

(Com informações da AFP)

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