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Américas

Presidente boliviano alerta para golpe parlamentar no Brasil

media El presidente Evo Morales durante su entrevista exclusiva a RFI RFI : Braulio Moro

O presidente da Bolívia, Evo Morales, advertiu que no Brasil há uma tentativa de golpe parlamentar contra a presidente Dilma Rousseff, que enfrenta um pedido de impeachment. A declaração foi feita em uma entrevista ao jornal argentino Página12, publicada nesta sexta-feira (11).

"É um golpe parlamentar em amadurecimento; já aconteceu um golpe no Congresso do Paraguai e agora está acontecendo no Brasil", disse Morales ao recordar a destituição por julgamento político do ex-presidente paraguaio Fernando Lugo em 2012, então substituído pelo vice, Federico Franco.

Onze meses depois de reeleita, Dilma Rousseff enfrenta a recessão e escândalos de corrupção que provocaram a prisão de políticos, banqueiros e empresários. Em entrevista à RFI em setembro, Morales reiterou seu apoio à presidente brasileira.

Morales compareceu na quinta-feira (10), em Buenos Aires, à cerimônia de posse do presidente argentino, Mauricio Macri, um liberal que substitui Cristina Kirchner, com quem o governo boliviano tinha grande afinidade política.

“Unasul respeita presidente que vence nas urnas”, diz Morales

"Na Unasul temos uma cláusula sobre temas democráticos, por isso respeitamos o presidente que vence e trabalhamos em conjunto – mesmo que existam divergências ideológicas ou programáticas, cada país tem sua particularidade", disse.

Morales afirmou ainda que, ao lado do colega da Venezuela, Nicolás Maduro, eles são os únicos líderes anti-imperialistas que restam na região.

Ao falar sobre as eleições parlamentares na Venezuela, onde a oposição venceu e acabou com 16 anos de hegemonia do chavismo, Morales destacou que "houve 40% de votos anti-imperialistas firmes na Venezuela, apesar das filas, da falta de alimentos, da inflação".

"Mas não estamos assustados, olhe o exemplo de Cuba que passou décadas sozinha na América Latina”, diz Morales. “As guerras econômicas não favoreceram o império, que usa a política de ameaças; não há mais golpes de Estado, mas um confronto ideológico”, acrescenta.

 

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