Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 22/07 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 22/07 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 22/07 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 22/07 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 22/07 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 22/07 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 21/07 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 21/07 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.

Idioma facilita integração de crianças refugiadas no Brasil

Idioma facilita integração de crianças refugiadas no Brasil
 
Professoras e alunas brasileiras na Escola de Jardim Catarina, no subúrbio de São Gonçalo, em dia de evento sobre África. Jonuel Gonçalves

Cada vez mais imigrantes africanos têm escolhido o Brasil como segunda pátria. Famílias inteiras tentam uma nova chance em nosso país e as crianças logo são escolarizadas. Mas como será o seu processo de integração? Foi isto que tentamos saber, visitando uma escola em uma comunidade no Rio de Janeiro.

Jonuel Gonçalves, especial para RFI Brasil

A comunidade de Jardim Catarina tem um nome bonito. De fato é uma favela do município fluminense de São Gonçalo. A sua escola está situada em zona de segurança oscilante, ou seja, ações do trafico e da policia são frequentes. Apesar disso, a escola funciona e assegura ensino fundamental a centenas de crianças.

Recentemente algumas famílias congolesas com o estatuto de refugiados instalaram-se na comunidade após o chefe de família ter conseguido emprego em locais mais ou menos afastados. Suas relações com os outros habitantes são normais, como se fossem pessoas vindas de outros Estados. E as crianças foram matriculadas na escola.

O seu conhecimento de português, sobretudo para as de mais baixa idade, é razoável. Ao contrário do que algumas delas dizem, não foi no Brasil que aprenderam as bases da língua. Foi em Angola por onde passaram muito tempo antes de vir para o Brasil

"Língua facilita integração e aprendizado", diz professora de crianças refugiadas

A professora Laís Quirino, da escola local, que tem alunas congolesas na sua turma, constata essa realidade linguística, assinalando como isso facilita a integração e aprendizado e deixa claro que para a escola é um desafio ao qual tem respondido com sucesso: a evolução das crianças é boa e sua interação com os colegas nacionais excelente.

O número geral de refugiados no Brasil é pequeno se comparado com países europeus, Turquia, África do Sul ou Estados Unidos. Mas é destino procurado ultimamente, sobretudo por haitianos e africanos. Entre eles, os angolanos têm representado o maior número e a chegada dos congoleses introduz um novo elemento estatístico, ainda que Angola represente uma etapa de trânsito para muitos destes recém-chegados. Etapa que permite entrar na língua portuguesa.

A escola de Jardim Catarina é um exemplo, entre outros, da ação do Brasil em relação aos refugiados africanos de baixa renda.


Sobre o mesmo assunto

  • Brasil-África

    A importância da família na sociedade moçambicana

    Saiba mais

  • Brasil-África

    Brasil influencia internacionalização da literatura angolana

    Saiba mais

  • Brasil-África

    Moçambicanos devem fazer teste de português para estudar no Brasil

    Saiba mais

  • Brasil-África

    Gastronomia brasileira faz sucesso em Moçambique

    Saiba mais

  • Brasil-África

    Investigações sobre Lula repercutem em países africanos

    Saiba mais

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. ...
  5. seguinte >
  6. último >
Programas
 
O tempo de conexão expirou.