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Mundo

Mancha de petróleo ameaça Bahamas, após furacão Dorian

media Um dos reservatórios de petróleo atingidos pelo furacão Dorian, em 11 de setembro de 2019. LEILA MACOR / AFP

Após devastar o arquipélago das Bahamas, o furacão Dorian também parece ter causado um grande desastre ambiental na ilha de Grande Bahama, onde o petróleo está sendo derramado em pleno lençol freático.

Domitille Piron, enviado especial da RFI às Bahamas

Uma maré de lama negra, dentro de uma floresta de pinheiros devastada. A poucos quilômetros da vila de High Rock, onde vivem ou ainda vivem 17 habitantes, 6 enormes tampas de tanques de petróleo voaram com a força do vento do furacão Dorian. O derramamento de óleo foi massivo e parece ter atingido o oceano, segundo informações da empresa Equinor, mas imagens aéreas provam exatamente o contrário.

O solo abriu brechas e a vegetação foi contaminada pelo petróleo por vários quilômetros. Joseph Darville, presidente da Waterkeepers nas Bahamas, esteve no local: "Não é apenas o que você vê lá, temos o nosso lençol freático a apenas um metro da superfície, de modo que qualquer poluição por hidrocarbonetos afetará nossa água potável. E estamos apenas recomeçando a receber água corrente em Grande Bahama, mas fomos avisados para não bebermos ou lavarmos coisas com ela, apenas usar na descarga", diz.

As fortes chuvas previstas nos próximos dias aumentam o medo de um vazamento dos tanques que foram abertos. A empresa norueguesa Equinor, que gerencia o armazenamento de petróleo e evacuou sua equipe antes do furacão, prometeu limpar os danos, mas admitiu enfrentar uma situação "complexa e difícil".

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