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Tropas chinesas na fronteira com Hong Kong anunciam mais tensão nos protestos

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Tropas chinesas na fronteira com Hong Kong anunciam mais tensão nos protestos
 
Violência dos protestos em Hong Kong aumentou nos últimos dias e polícia se prepara para fortalecer o aparato de segurança nas manifestações previstas neste fim de semana. (Foto: 14/08/2019) REUTERS/Thomas Peter

Os protestos em Hong Kong continuam, pela décima semana consecutiva, e os conflitos entre manifestantes e policiais vêm se tornando mais violentos. Três novos protestos estão marcados para esse final de semana e a tensão pode subir, depois de os manifestantes terem conseguido bloquear o trafego aéreo por dois dias nesta semana e, em reação, o governo chinês divulgar um vídeo no qual tropas são vistas na fronteira com o território.

Luiza Duarte, correspondente da RFI em Hong Kong

Forças da polícia militar chinesa estavam concentradas nesta quinta-feira (15) em um estádio de Shenzhen, cidade vizinha ao território autônomo de Hong Kong, para “exercícios militares”, conforme a imprensa estatal. O estádio está ocupado por soldados, caminhões e blindados de transporte de tropas.

As imagens impulsionaram rumores de uma invasão eminente. O anúncio feito online é interpretado como uma mensagem velada para os manifestantes que lutam pela manutenção do estatuto de autonomia de Hong Kong.

Após dois meses de protestos, Pequim deu a entender, nos últimos dias, que poderia empregar a força para restabelecer a ordem na antiga colônia britânica. Na quarta-feira (14), o governo chinês criticou agressões "de tipo terrorista" contra seus cidadãos em Hong Kong, que aconteceram na terça durante os confrontos no aeroporto internacional da cidade.

Com paralisação do aeroporto internacional, os protestos em Hong Kong entraram em uma nova etapa. Ao ocuparem pacificamente por quatro dias o local e forçarem a suspensão das atividades por dois dias consecutivos, os manifestantes mostraram que têm capacidade de suspender o funcionamento dessa importante porta de entrada do centro financeiro asiático – e podem vir a forçar a paralisação de atividades em outros setores da cidade. Centenas de voos foram cancelados e o caos aéreo gerado ainda não foi totalmente sanado.

Sem diálogo

Longe de demostrar sinais de enfraquecimento, os protestos têm caminhado em direção a ações mais radicais. O território tem vivido em um ritmo de protestos praticamente diários. Diversos grupos profissionais também já se mobilizaram. Nesta quinta-feira (15), funcionários do metrô fizeram um ato e apresentaram demandas.

Durante o final de semana, pelo menos três outros protestos já estão marcados. Alguns deles não receberam autorização da polícia para acontecer. A reconciliação entre Estado e sociedade parece distante. A chefe do executivo local, Carrie Lam, alertou para o risco de os manifestantes estarem empurrando Hong Kong para um abismo, para um ponto sem retorno. Mesmo assim, o governo do território segue sem sinalizar intenção de dialogar com manifestantes.

A China se mostra cada vez mais impaciente. O porta-voz do governo chinês para assuntos de Hong Kong falou em “sinais de terrorismo” e que um “momento crítico foi atingido”.

Com informações da AFP


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