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Mundo

Policiais chineses se preparam para possível confronto com manifestantes de Hong Kong

media Exercício anti-protestos em Shenzhen, 6 de agosto de 2019. STR / AFP

Imagens divulgadas nesta quarta-feira (7) mostrando milhares de policiais chineses participando de um exercício anti-confrontos em Shenzhen, perto de Hong Kong, provocou grande reação. A operação foi vista como uma nova advertência de Pequim aos manifestantes pró-democráticos que desafiam há dois meses o regime comunista na ex-colônia britânica.

As imagens mostram policiais com roupas de proteção atuando contra “falsos manifestantes”, usando capacetes e máscaras respiratórias idênticas às que são utilizadas pelos participantes dos protestos em Hong Kong. No exercício, os policiais recebem golpes de bastões e se protegem com escudos enquanto disparam gás lacrimogêneo.

A operação, feita na terça-feira (6) em Shenzhen, a metrópole da China continental que faz fronteira com o território autônomo de Hong Kong, foi bastante comentada nas redes sociais. “Todas as forças de polícia de Shenzhen estão prontas!”, declararam as autoridades locais.

Temor de forte repressão em Hong Kong

Um comunicado da polícia informa que 12000 policiais participaram da atividade, acrescentando que a ideia é assegurar a segurança em Shenzhen com a chegada das celebrações do 1° de outubro, 70° aniversário da fundação do regime comunista. Trata-se do segundo vídeo em menos de uma semana mostrando as forças de ordem chinesas reprimindo uma manifestação e gerando medos de uma intervenção direta de Pequim na contestação de Hong Kong.

Na semana passada, o exército divulgou um vídeo mostrando soldados reprimindo uma revolta em 1997. As forças armadas chinesas, que detêm milhares de homens em Hong Kong, não devem se intrometer nas questões relativas ao território independente. Mas o comandante desse setor afirmou, na semana passada, que a lei autorizava uma intervenção para restabelecer a ordem, sob demanda das autoridades locais.

Entretanto, uma intervenção militar poderia reviver a memória da repressão das manifestações da “Primavera de Pequim”, que deixaram centenas de mortos em 1989 na capital chinesa. Um episódio desse tipo também poderia provocar uma catástrofe financeira.

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