Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 17/09 15h27 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 17/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 17/09 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 17/09 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 17/09 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 16/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 16/09 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 16/09 15h00 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

Polícia de Moscou prende mais de 600 manifestantes antigoverno

media Polícia de Moscou prende manifestante em protesto após autoridades se recusarem a autorizar candidatos de oposição e independentes para a câmara de vereadores de Moscou, 27/07/2019 REUTERS/Maxim Shemetov

A polícia russa prendeu pelo menos 600 pessoas que estavam reunidas em Moscou neste sábado (27) para pedir eleições locais livres e justas, informou a organização de monitoramento de protestos OVD Info.

Menos de uma hora após o início desta concentração não autorizada, que reuniu milhares de manifestantes no centro da capital russa, a polícia prendeu os ativistas.

O protesto foi convocado após autoridades se recusarem a autorizar candidatos de oposição e independentes para a câmara de vereadores de Moscou.

Na quarta-feira (24) o principal líder da oposição, Alexei Navalny, foi preso por 30 dias por pedir às pessoas que protestem na capital.

Mesmo com sua prisão, seus aliados anunciaram que pretendiam prosseguir com os protestos, apesar de buscas policiais e de uma nova série de detenções. "Pessoal, mesmo que eles espanquem todos nós hoje à noite, vocês sabem onde estar no sábado", tuitaram nesta semana Ilya Yashin, candidato opositor excluído da eleição, e Navalny.

Lyubov Sobol, aliada de Navalny, que também foi impedida de concorrer, postou um panfleto da manifestação em suas redes sociais na noite de quarta-feira, e os seguidores de Navalny disseram em um comunicado emitido na quinta-feira (25) que estão revoltados, mas determinados. "A prisão de Alexei não deterá os protestos", afirmaram.

Repressão

Apesar da eleição para selecionar membros do Legislativo de Moscou não ser nacional, ativistas da oposição a enxergam como uma oportunidade para tentar ganhar terreno na capital, onde candidatos apoiados pelo Kremlin se mostram menos populares do que no passado.

Autoridades eleitorais barraram os candidatos opositores na disputa da legislatura moscovita alegando que não obtiveram assinaturas genuínas suficientes de eleitores para se registrarem. Os candidatos impedidos questionam o argumento. A verdadeira razão, dizem, é impedi-los de desafiar o domínio do Kremlin sobre o poder.

A polícia fez buscas nas casas de quatro ativistas opositores na noite da última quarta-feira, disseram defensores dos direitos humanos. Ivan Zhdanov, aliado de Navalny e um dos ativistas cuja casa foi revistada, disse que foi levado para um interrogatório tarde da noite.

A repressão ocorreu depois que o Comitê Investigativo da Rússia iniciou, na quarta-feira, uma investigação criminal sobre um protesto da oposição realizado em junho que diz poder ter obstruído o trabalho da comissão eleitoral de Moscou.

Um protesto no final de semana passado pedindo que os candidatos fossem registrados reuniu mais de 20 mil pessoas.

Com informações da AFP

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.