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Mundo

Milhares voltam às ruas de Hong Kong para protestar contra Pequim

media Manifestação por reformas democráticas e contra Pequim em Hong Kong (21/07/19). REUTERS/Tyrone Siu

Milhares de pessoas retornaram às ruas neste domingo (21) em Hong Kong, pelo sétimo final de semana consecutivo, para protestar contra o governo pró-Pequim. Ex-colônia britânica, a região é território semi-autônomo da China.

Desde 9 de junho, Hong Kong é palco de imensas manifestações, algumas das quais marcadas de incidentes violentos entre a polícia e manifestantes radicais.

O movimento começou em reação a um projeto de lei, agora suspenso, que autorizava extradições para a China continental.

Os protestos expandiram-se, passando a exigir igualmente que as liberdades democráticas desfrutadas por Hong Kong, incluindo a liberdade de expressão e a independência da justiça, fossem mantidas.

Em teoria, a ex-colônia britânica, que retornou sob controle chinês em 1997, deveria manter suas liberdades até 2047, graças ao acordo de retrocessão.

As autoridades reforçaram a segurança no centro financeiro internacional. As barreiras de metal, às vezes usadas como barricadas pelos manifestantes, foram removidas e a sede da polícia foi cercada por barreiras de segurança plásticas cheias de água.

Sequestro de dissidentes

O movimento de contestação tem sido alimentado pelo desaparecimento de editores dissidentes, que reapareceram posteriormente em detenção na China continental, pela desqualificação de opositores e pela prisão de líderes do movimento pró-democracia.

Os manifestantes exigem a renúncia da chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, que tem o apoio de Pequim, bem como a retirada definitiva do projeto de lei de extradições, uma investigação independente sobre a violência policial e a anistia das pessoas presas, entre outras demandas.

No sábado (20), dezenas de milhares de pessoas se manifestaram em Hong Kong para apoiar a polícia e o governo pró-Pequim.

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