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Mundo

Manifestantes voltam às ruas em Hong Kong e enfrentam polícia

media Manifestantes protestam em Sha Tin, distrito de Hong Kong, em 14 de julho de 2019 AFP/Philip Fong

Policiais e manifestantes voltaram a se enfrentar neste domingo (14) em Hong Kong, mantendo a pressão sobre um polêmico projeto de lei que permite extradições para a China continental.

A polícia usou spray de pimenta e cassetete contra grupos de manifestantes que tomaram uma estrada em Sha Tin, distrito situado perto da fronteira com a China. Eles construíram barricadas com cercas de metal e houve confronto com a tropa de choque. Dezenas de milhares de pessoas manifestaram em Sha Tin na quinta semana consecutiva de grandes concentrações em Hong Kong.

A ex-colônia britânica está há semanas mergulhada em sua pior crise na história recente, com protestos em massa que, em alguns casos, levaram a violentos confrontos entre a polícia e uma minoria de manifestantes mais radicais. Em 1º de julho, muitos deles, mascarados, invadiram o parlamento local, causando diversos estragos.

Renúncia da chefe de governo

O projeto de lei foi retirado, mas não totalmente excluído, o que não acalmou a situação. O movimento ganhou força, exigindo reformas democráticas e o fim da diminuição das liberdades no território semiautônomo. Os manifestantes também pedem uma investigação independente sobre o uso de gás lacrimogêneo e balas de borracha pela polícia, anistia para os detidos e a renúncia da chefe do governo de Hong Kong, Carrie Lam.

Analistas políticos acreditam que Lam já tenha proposto sua demissão, mas Pequim agora aguarda o momento oportuno para liberar sua saída do cargo. Carrie Lam chegou ao poder em 2017. Ela enfrenta, desde o mês passado, a mais grave crise política do território desde à cessão de Hong Kong à China, pelo Reino Unido, em 1997.

 

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