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Mundo

Trump autoriza ataque contra Irã, desiste e convoca autoridades iranianas a dialogar

media A tensão entre Washington e Teerã se acentuou depois que o Irã derrubou um drone americano na quinta-feira, 20 de junho de 2019. Courtesy Eric Harris/U.S. Air Force/Handout via REUTERS

O jornal The New York Times afirma, nesta sexta-feira (21), que o presidente americano Donald Trump aprovou uma operação militar contra instalações iranianas. Mas, segundo o diário, o líder republicano voltou atrás e decidiu cancelar os ataques. O Irã, que derrubou um drone americano nessa quinta-feira (20), alertou que irá defender seu território contra qualquer ofensiva.

Segundo o New York Times, a operação visaria uma série de alvos no Irã, como radares e baterias de mísseis. A primeira fase da ofensiva chegou a ser lançada, os aviões já haviam decolado e os navios estavam posicionados, mas a operação foi finalmente cancelada sem que nenhum tiro de míssil fosse disparado, detalhou o jornal citando altos representantes do governo americano. A Casa Branca e o Pentágono se recusaram a comentar a informação.

O governo iraniano confirmou que Trump enviou uma mensagem na madrugada às autoridades do país, através de autoridades de Omã, para informá-los da possibilidade de um ataque, mas também para dizer que é contra uma guerra e está disposto a dialogar. O presidente americano pediu uma resposta rápida de Teerã. Mas a República Islâmica afirma que apenas o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, pode decidir.

Provas irrefutáveis

Teerã também garantiu nesta manhã que tem provas "irrefutáveis" - como pedaços do drone americano derrubado na quinta-feira - que mostram que o aparelho entrou em seu espaço aéreo, contrariamente ao que afirmam os Estados Unidos.

A comunidade internacional teme que a troca de acusações possa resultar em um confronto direto entre os dois países. Essa nova escalada da tensão na região é uma nova consequência da política de “pressão máxima” adotada por Donald Trump. O presidente americano visa coagir o Irã a reduzir suas ambições nucleares e a limitar a influência regional do país.

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