Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 20/08 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 20/08 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 20/08 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 20/08 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 20/08 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 20/08 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 19/08 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 19/08 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

Líder chinês Xi Jinping tenta atrair parceiros para 'Novas Rotas da Seda'

media Xi Jinping faz um brinde aos participantes do encontro, em Pequim. Nicolas Asfour/Pool via REUTERS

O presidente chinês, Xi Jinping, rejeitou neste sábado (27) o protecionismo e convidou mais países a se unirem à sua iniciativa das Novas Rotas da Seda, tentando reduzir a relutância sobre o gigantesco programa de infraestruturas.

Xi falou para cerca de 40 líderes estrangeiros, entre eles o presidente russo, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, reunidos em Pequim.

A China, imersa desde 2018 em uma guerra comercial com os Estados Unidos de Donald Trump, busca se tornar líder da cooperação multilateral.

"Temos que construir uma economia global aberta e lutar contra o protecionismo", disse Xi em torno de uma enorme mesa redonda no último dia da cúpula dedicada às Novas Rota da Seda.

Infraestruturas mundo afora

A iniciativa, oficialmente chamada de "Cinturão (terrestre) e Rota (marítima)", em chinês, busca construir infraestruturas de transporte e energia em países na Ásia, Europa, África e até mesmo além.

Lançada em 2013 por Xi Jinping, a iniciativa é financiada com investimentos ou empréstimos de várias centenas de bilhões de euros.  

Mas seus detratores consideram que o programa favorece especialmente as empresas chinesas, constituindo uma "armadilha da dívida" para as nações beneficiárias e prejudicando o meio ambiente.

Nesse sentido, o Sri Lanka, incapaz de cumprir os pagamentos, teve de ceder a Pequim o controle de um porto por 99 anos.

Ceticismo

Os Estados Unidos, a Índia, o Japão e a maioria dos países da Europa Ocidental mostraram ceticismo até agora.

No entanto, isso não diminuiu a atratividade da iniciativa chinesa, endossada por empresários durante a cúpula, que assinaram acordos no valor de US$ 64 bilhões, anunciou Xi Jinping.

"O fórum deste ano envia uma mensagem clara: mais e mais amigos e parceiros se unirão à cooperação no âmbito das Novas Rota da Seda", disse ele.

Respondendo a críticas sobre a dívida, Xi Jinping disse que as empresas e as leis de mercado terão agora um papel de liderança.

"Isso tornará os projetos mais duráveis e criará um ambiente justo e não discriminatório para os investidores estrangeiros", que foram convidados a participar do projeto, disse ele.

Em um comunicado divulgado ao final da cúpula, os líderes destacaram "a importância da sustentabilidade econômica, social, fiscal, financeira e ambiental dos projetos".

"Devemos incentivar a participação de mais países e empresas, para ampliar o bolo de nossos interesses comuns", disse Xi.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.