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Mundo

Governo decreta novo toque de recolher após ataques que mataram centenas no Sri Lanka

media Seguranças em frente à igreja São Sebastião, em Negombo, uma das cidades atingidas pela série de atentados no Sri Lanka. REUTERS/Stringer

A onda de atentados suicidas que tomou conta do país neste domingo (21) de Páscoa já deixou pelo menos 290 mortos e 500 feridos, de acordo com um novo balanço divulgados pelas autoridades.

Os ataques a hotéis de luxo e igrejas que celebravam a missa de Páscoa na capital executiva, Colombo, e outras cidades do Sri Lanka, teriam sido perpretados por um o movimento islâmico local, o National Thowheeth Jama'ath (NTJ). O anúncio foi feito pelo porta-voz do governo, Rajitha Senaratne, mas há dúvidas sobre quem são de fato os autores dos atentados.

Até agora, 24 suspeitos foram presos. Desde o fim da guerra civil, há dez anos, não ocorriam ataques deste nível no país. Diante da gravidade da situação, o governo decretou um novo toque de recolher nesta segunda-feira (22), que começa às 20h no horário local e vai vigorar até 4h da madrugada, segundo o governo.

Para limitar o movimento nas ruas, o país decretou dois dias de feriado. As escolas e a bolsa de valores de Colombo permanecem fechadas, mas os moradores da cidade deverão trabalhar normalmente. A tensão, entretanto, continua presente. Neste domingo (21), uma bomba artesanal foi desativada pela polícia perto do aeroporto de Colombo.

Na frente da igreja de São Sebastião, em Negombo, no norte do país, dezenas de pares de sapato pertencentes às vítimas foram colocados na frente do edifício. No interior, pedaços do teto que despencaram se misturavam aos entulhos no chão. Paredes e imagens religiosas tinham marcas de bala e sangue.

Seis explosões atingiram Colombo no domingo de manhã e outras duas à tarde. Diversos estrangeiros morreram nos ataques, entre eles portugueses, turcos, britânicos e americanos. Outra igreja em Batticaloa, no leste da ilha, também foi atingida por uma explosão, que matou 25 pessoas.

Alerta do exterior

O presidente Maithtipala Sirisena, que estava no exterior no momento dos ataques, voltou nesta segunda-feira ao país para presidir um conselho de segurança.

Um responsável da polícia nacional emitiu um alerta há dez dias, baseado na informação de uma agência de informação estrangeira, sobre um projeto de atentados suicidas contra igrejas e a embaixada da Índia em Colombo.

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