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Mundo

Presidente sudanês pede demissão após semanas de protestos populares

media O presidente sudanês, Omar al-Bashir, discursa na reunião do Comitê de Diálogo Nacional no Palácio Presidencial em Cartum, Sudão, 5 de abril de 2019. REUTERS/Mohamed Nureldin Abdallah/File Photo

O presidente do Sudão, Omar el-Bashir, renunciou ao cargo nesta quinta-feira (11), depois de protestos intensos que ocuparam a região do Ministério da Defesa desde o último sábado. A TV nacional anunciou que o exército prepara um anúncio importante.  

Milhares de manifestantes comemoram a renúncia do líder nas ruas da capital Cartum. A demissão do presidente, que estava há 30 anos no poder, era uma das exigências das manifestações que tiveram início no final de 2018.

A origem dos protestos foi a decisão do governo de triplicar o preço do pão, num país mergulhado em uma grave crise econômica. Com o fracasso em apaziguar a insatisfação, a mobilização se voltou contra Omar el-Bashir, especialmente depois que ele passou a reprimir as manifestações à força. Em 22 de fevereiro, o presidente declarou estado de emergência durante um ano em todo país, acirrando os ânimos.

A ONG Human Rights Watch divulgou um balanço de 51 mortos, incluindo crianças.

Desde sábado, dia da retomada dos protestos, sete pessoas morreram, o que elevou o balanço a 38 vítimas fatais desde o início das manifestações contra o governo de Bashir em dezembro, de acordo com o governo. A data, 6 de abril, recorda a revolta que, nesse dia em 1985, derrubou o regime de Jaafar al Nimeiri.

 

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