Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 16/07 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 16/07 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 16/07 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 16/07 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 16/07 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 16/07 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 15/07 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 15/07 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

Turquia continuará combatendo milícias curdas apesar de ameaças de Trump

media O presidente americano Donald Trump ameaça a Turquia em caso de ataque contra os curdos. REUTERS/Leah Millis

Um mês depois do anúncio feito por Donald Trump da retirada das tropas americanas da Síria, o presidente americano ameaçou neste domingo (13) “devastar economicamente a Turquia” se o país atacar os curdos, em uma série de tuítes polêmicos. A Turquia afirmou nesta segunda-feira (14) que continuará sua luta contra a milícias curdas apoiadas pela Síria.

O porta-voz da presidência turca, Ibrahim Kalin, também utilizou o Twitter para responder ao presidente americano. “Os terroristas não podem ser parceiros e aliados. Não há nenhuma diferença entre o grupo Estado Islâmico e o YPG (Unidades de Proteção do Povo). Vamos continuar a combatê-los”, diz a mensagem.

A Turquia ameaça lançar uma ofensiva para expulsar os curdo-sírios das Unidades de Proteção Popular, considerados "terroristas", e os acusam de apoiar os curdos turcos do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão), que estão promovendo uma insurreição contra o Estado turco desde 1984.

Neste final de semana, o presidente americano, Donald Trump, em uma série de tuítes, pediu aos curdos que evitassem qualquer tipo de “provocação” em relação à Turquia, e lembrou que não era “amigo” da Rússia, Irã ou Síria. Trump foi particularmente agressivo e que as tropas na Síria continuavam a combater o grupo Estado Islâmico. O que é contraditório, já que o chefe de Estado justificou sua decisão de retirada das tropas alegando que o grupo EI havia sido “eliminado”, lembra o correspondente da RFI em Nova York, Grégoire Pourtier.

Antes da retirada das tropas americanas da Síria, os curdo-sírios, aliados de Washington na luta contra o grupo extremista Estado Islâmico (EI), tiveram que confiar no regime de Damasco para garantir sua sobrevivência diante das ameaças turcas. Neste contexto, Washington até vincula sua retirada da Síria à proteção desse grupo, o que irrita Ancara, analisa Pourtier.

Curdos serão protegidos, diz Pompeo

No sábado (12), durante visita a Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, disse que os Estados Unidos estão confiantes na possibilidade de que os curdos sejam protegidos. Ele também reconheceu o direito da Turquia de defender seu país de terroristas. "Confiamos na possibilidade de alcançar este duplo objetivo", disse ele a repórteres que o acompanham em sua visita ao Oriente Médio, após conversa por telefone com seu homólogo turco, Mevlut Cavusoglu.

 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.