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Mundo

Carlos Ghosn é indiciado de novo e ficará preso no Japão

media A Tokyo, la télévision diffuse un programme sur Carlos Ghosn, le 20 décembre 2018. BEHROUZ MEHRI / AFP

A situação judicial de Carlos Ghosn, presidente afastado da aliança Renault Nissan Mitsubishi, se complica nesta sexta-feira (11). O executivo foi indiciado em Tóquio por mais duas acusações: abuso de confiança e sonegação de impostos entre 2015 e 2018, nos relatórios da Nissan transmitidos à bolsa de valores.

Diante do quadro, Ghosn vai continuar na prisão. O Ministério Público japonês declarou que ele está sujeito a uma pena de 15 anos de reclusão. A Nissan também decidiu abrir um processo penal contra ele, que já havia sido indiciado uma primeira vez em dezembro, por ter declarado ao Fisco apenas a metade da sua remuneração entre 2010 e 2015.

O executivo está detido em Tóquio desde o dia 19 de novembro, denunciado por sonegação fiscal. O advogado dele, Motonari Otsuru, apresentou um novo pedido de libertação sob fiança.

Chances pequenas de libertação

Ghosn nega as acusações. Na terça-feira, em sua primeira audiência desde o início do caso, ele afirmou que foi preso injustamente. No Japão, é raro um acusado ser solto sob caução antes do processo, sobretudo quando alega inocência.

O advogado Otsuru reconheceu que o mais provável é que ele continue preso até o começo de um eventual processo, que ocorreria em cerca de seis meses.

O americano Greg Kelly, braço direito de Ghosn, também sofreu mais um indiciamento, por sonegação de impostos, assim como a montadora japonesa, enquanto entidade moral. 

Investigação da Renault

A investigação interna da Renault sobre remuneração de seu presidente Carlos Ghosn chegou à conclusão de que não houve fraude em seus pagamentos nos anos de 2017 e 2018, informou o grupo nesta quinta-feira. Contudo, a montadora francesa disse em comunicado que "conforme a petição inicial, a missão [de investigação] continuará sobre os exercícios anteriores".

Pela segunda vez, Carlos Ghosn é indiciado em Tóquio. REUTERS/Regis Duvignau/File Photo

A Renault explicou que os primeiros resultados da investigação interna foram apresentados aos gestores da companhia nesta quinta-feira (10) em uma "reunião de informação". Segundo fontes concordantes, não foi adotada qualquer decisão durante esta reunião, em especial sobre o futuro de Carlos Ghosn na chefia da Renault.

Ghosn foi destituído no final de novembro da presidência da Nissan, sócia da Renault dentro da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi presidida pelo brasileiro de origem franco-libanesa.

A reunião extraordinária, organizada na sede da Renault em Paris, pretendia "avaliar o progresso" da investigação interna lançada no final de novembro pelo grupo, após a justiça japonesa deter e denunciar o Executivo.

A reunião ocorre após a Nissan "reafirmar seu compromisso com a aliança com Renault e Mitsubishi Motors", durante reunião de seu Conselho de Administração.

Com informações da Reuters e da AFP

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