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Mundo

Enviado especial da ONU chega ao Iêmen para tentar obter trégua longa em guerra civil

media Emissário da ONU Martin Griffiths chegou ao Iémen para relançar esforços de paz. 21/11/18 REUTERS/Mohamed al-Sayaghi

O enviado especial da ONU para o Iêmen, Martin Griffiths, chegou nesta sexta-feira (23) a Hodeida, no Iêmen, que está em guerra civil há quatro anos. Griffiths, que estava em Sanaa, a capital controlada pelos rebeldes huthis, deseja obter uma trégua duradoura na cidade que as forças governamentais tentam retomar dos rebeldes.

O enviado da ONU esteve no porto da cidade, situado perto do mar vermelho, onde tiros longínquos puderam ser ouvidos. Segundo um porta-voz da ONU em Genebra, Rhéal Leblanbc, o emissário espera uma manutenção da trégua para "criar um ambiente favorável às negociações de paz sobre a situação no Iêmen na Suécia". A data ainda não foi estabelecida, mas o encontro pode acontecer em dezembro, de acordo com os Estados Unidos.

"O porta-voz declarou que a ONU estava pronta para atuar supervisionando o porto da cidade e o protegendo de uma destruição potencial." A cidade portuária de Hodeida é crucial para o acesso da ajuda humanitária e das importações ao Iêmen. O enviado especial das Nações Unidas esteve nesta quarta-feira (21) na capital iemenita, onde discutiu com o dirigente rebelde Abdel Malik al-Houthi.

A tentativa foi obter uma solução política para o conflito que opõe os rebeldes pró-iranianos às forças governamentais, que têm o apoio de uma coalizão militar saudita. Depois de intensificarem a ofensiva para retomar Hodeida, o exército do governo fez uma pauta no dia 13 de novembro em prol da paz. A cidade teve duas noites de intensos combates nessa semana.

A coalizão diz manter seu compromisso com a ONU. Nesta sexta-feira (23), o ministro das Relações Exteriores saudita, Anwar Gargash, publicou no Twitter que a melhor maneira de iniciar um processo político duradouro é apoiar as discussões da Suécia e os esforços de Martin Grifftihs.

Conflito já provocou 10 mil mortes

O governo do presidente Abd Rabbo Mandou Hadi já anunciou sua participação às consultas de paz. Um dos chefes rebeldes mais importantes também pediu a seus partidários que cessassem as operações militares para mostrar suas boas intenções.

As últimas negociações, organizadas pela ONU em Genebra em setembro, fracassaram. Os rebeldes disseram temer pela própria segurança.O conflito já provocou quase 10 mil mortes e desencadeou a pior crise humanitária no mundo, segundo a ONU, com 14 milhões de pessoas que passam fome. 

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