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Mundo

Netanyahu negocia apoio para manter maioria e evitar eleições antecipadas em Israel

media O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. ©REUTERS/Dan Balilty

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse neste domingo (18) que realizar eleições antecipadas no país seria "um erro", alegando um "período delicado" para a segurança de Israel. Netanyahu disse que fará uma nova tentativa para convencer aliados a ampliarem o apoio ao seu governo, enfraquecido com a recente renúncia do ministro da Defesa, Avigdor Lieberman.

Ao final do dia, Netanyahu se reunirá com o ministro das Finanças, Moshé Kahlon, para tentar convencê-lo a não apoiar a ideia de eleições anticipadas. O apoio deste político é vital para a coalizão governamental. A maioria parlamentar do primeiro-ministro é de apenas um deputado (61 dos 120), devido à renúncia de Lieberman, chefe do partido nacionalista Israel Nossa Casa, que tem cinco deputados no Parlamento.

Lieberman renunciou em protesto contra o cessar-fogo concluído após uma onda de violência na Faixa de Gaza. O ex-ministro é a favor de aplicar medidas contundentes contra o movimento radical palestino Hamas, que governa o território palestino há 11 anos. Liberman denuncia a "capitulação ao terrorismo e pede eleições legislativas o mais rápido possível".

Kahlon, líder do partido centrista Kulanu, com dez deputados no Parlamento, manifestou-se a favor das eleições "o mais rapidamente possível". A atual legislatura termina em novembro de 2019.

Outro membro da coalizão, Naftali Bennett, ministro da Educação e chefe do partido nacionalista religioso The Jewish House (Casa Judaica), com oito deputados, deseja a pasta da Defesa. Sem este partido, Netanyahu perde a maioria parlamentar.

Na sexta-feira, o primeiro-ministro se opôs a essa nomeação e anunciou que ocupará ele mesmo, de forma provisória, o ministério da Defesa.

Com informações de agências internacionais

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