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Mundo

Petroleiros iranianos somem dos radares para burlar sanções dos EUA

media Uma tocha de gás em uma plataforma de produção de petróleo nos campos de petróleo de Soroush é vista ao lado de uma bandeira iraniana no Golfo Pérsico, Irã, em 25 de julho de 2005. REUTERS/Raheb Homavandi/File Photo

De seus escritórios na Suécia, analistas de uma nova organização que supervisiona as entregas globais de petróleo se surpreenderam com os esforços iranianos para contornar as novas sanções dos Estados Unidos.

 

Desde o final de outubro, todos os navios iranianos desligam seus transponders – sistema de comunicação por satélite - para evitar os sistemas de rastreamento internacionais, uma medida sem precedentes desde que a sueca TankerTrackers.com começou a operar em 2016.

A partir de agora, os navios petroleiros do Irã só podem ser rastreados manualmente usando imagens de satélite. "Esta é a primeira vez que vejo um apagão geral", disse Samir Madani, cofundador da TankerTrackers. Essa é uma das técnicas do Irã e de seus clientes para que o petróleo continue fluindo depois que as sanções dos Estados Unidos forem reativadas, a partir de segunda-feira.

"O Irã tem cerca de 30 navios na área do Golfo e os últimos 10 dias foram muito complicados, mas continuamos a monitorá-los visualmente", diz a cofundadora da organização de rastreamento, Lisa Ward.

As melhorias dos últimos anos nas imagens de satélite permitem que empresas como a TankerTrackers observem os navios diariamente, enquanto antes as imagens chegavam apenas uma vez por semana.

Menos visibilidade

O Irã espera que uma menor transparência permita que continue vendendo petróleo depois de 5 de novembro, quando os Estados Unidos reestabelecerão a última rodada de sanções suspensas sob o acordo nuclear de 2015, do qual Washington se retirou em maio.

Mas, de acordo com Joel Hancock, analista de Petróleo do grupo de serviços financeiros francês Natixis, isso não significa necessariamente que as vendas iranianas continuarão altas. "O principal problema com os rastreadores de cargueiros é que eles examinam as exportações, mas não as vendas", disse, explicando que as embarcações podem simplesmente estar transportando petróleo para ser armazenado na China ou em outro lugar.

Outro método - usado entre 2010 e 2015 - é manter o petróleo em grandes navios de carga ao largo da costa do Golfo.

De acordo com TankerTrackers, existem atualmente seis navios, com uma capacidade total de 11 milhões de barris, ancorados no mar como contêineres flutuantes, o que libera a capacidade no porto e permite um fornecimento rápido aos clientes.

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