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Mundo

Crítica de Duterte, freira australiana Patricia Fox é intimada a deixar Filipinas

media Após sete meses de batalha administrativa para evitar a deportação, a freira Patricia Fox finalmente anunciou que estava deixando as Filipinas. Ted ALJIBE / AFP

Uma freira australiana, cujas críticas provocaram a ira do presidente filipino, Rodrigo Duterte, anunciou nesta quarta-feira (31) que deixaria as Filipinas. "Sister Pat", como é conhecida, não é a primeira estrangeira ameaçada de deportação e intimada a deixar o país.

Marianne Dardard, correspondente da RFI em Manila

Ameaçada de deportação, a freira Patricia Fox jogou a toalha e anunciou que deixará as Filipinas neste fim de semana, após meses de batalhas administrativas com o governo.

Presente há quase 30 anos no arquipélago, onde se tornou a advogada dos mais pobres, a septuagenária australiana tornou-se um ícone da oposição ao presidente filipino, Rodrigo Duterte, mas também um símbolo de relações degradadas entre Igreja e poder no país.

Irritado com a participação da freira em uma investigação sobre supostas violações de direitos humanos no sul das Filipinas, o presidente ordenou a prisão da freira em abril. Libertada depois de algumas horas, Patricia Fox, ela própria advogada de formação, se lançou nos últimos meses em uma queda de braço com as autoridades filipinas de imigração, após a retirada de seu visto de permanência no país.

Em abril, outro cidadão estrangeiro, Giacomo Filibeck, vice-secretário-geral do Partido dos Socialistas Europeus, foi rejeitado no aeroporto por criticar as execuções extrajudiciais da guerra de Duterte às drogas.

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