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Mundo

Netanyahu nega acusações em caso que investiga favores de empresa de comunicação

media O primeiro-ministro de Israel é ouvido pela polícia em caso de corrupção Sebastian Scheiner /Pool via Reuters

Em Jerusalém, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, foi ouvido novamente nesta sexta-feira (17) pela polícia, em uma das investigações em que é acusado de corrupção e que ameaça o seu mandato.

No caso "Bezeq" - como é chamado o grupo de telecomunicações mais importante de Israel -, o premiê é interrogado sobre a sua ligação com Shaul Elovitch, empresário que comanda a companhia.

A polícia investiga se Netanyahu tentou garantir uma cobertura favorável do site de notícias Walla, que pertence ao grupo Bezeq, em troca de favores governamentais que podem ter chegado a centenas de milhões de dólares, segundo a imprensa.

Os investigadores foram à residência de Netanyahu pela manhã para interrogá-lo sobre o caso, iniciado em 2017, mas que tomou grandes proporções a partir de 18 de fevereiro de 2018, com a prisão de Elovitch e de seis outras pessoas, incluindo dois colaboradores próximos de Netanyahu.

O premiê já fora ouvido durante cinco horas, na mesma investigação, em julho. O interrogatório desta sexta-feira pode ser o último, segundo a imprensa israelense.

Netanyahu garante que não há nada para censurar em seu comportamento e denuncia uma "caça às bruxas", reafirmando a sua intenção de permanecer no posto.

Embora Benjamin Netanyahu não tenha sido formalmente implicado nas investigações, a polícia havia recomendado, em 13 de fevereiro, que ele fosse indiciado em dois inquéritos: um dos quais envolvia presentes que ele supostamente recebia de personalidades ricas e outro sobre um acordo secreto que ele teria tentado fazer com um jornal popular para obter uma cobertura favorável.

A decisão de incriminá-lo ou não está nas mãos do Procurador- Geral.

Em outro caso, a esposa do premiê israelense, Sara, foi indiciada em 21 de junho por acusação de "fraude" e "quebra de confiança" por gastos de quase US$ 100.000 em refeições pagas com dinheiro dos contribuintes. O julgamento deverá começar no dia 7 de outubro.

Benjamin Netanyahu, que não tem rivais aparentes na política, não é legalmente obrigado a renunciar se for acusado.

 

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