Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 12/11 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 12/11 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 12/11 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 12/11 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 12/11 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 12/11 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 11/11 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 11/11 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

Ex-jogadores brasileiros farão amistoso de paz em Jerusalém

media Cidade velha de Jersusalém, em foto de 4 de dezembro de 2017. REUTERS/Ronen Zvulun.

Depois do cancelamento surpresa da visita da seleção argentina a Jerusalém em junho, poucos dias antes do começo da Copa da Rússia, agora é a vez de jogadores brasileiros veteranos marcarem um jogo na Cidade Santa. Quatro ex-jogadores da seleção brasileira vão participar de uma partida de futebol pela paz em Jerusalém, em dezembro, contra jogadores veteranos da Seleção de Israel, entre eles judeus, muçulmanos e cristãos.

Daniela Kresch, correspondente da RFI em Tel Aviv

Um dos jogadores confirmados é Émerson, que jogou na Seleção Brasileira em 2006 e ex-jogador de times como Grêmio, Bayer Leverkusen, Roma, Juventus, Real Madrid, Milan e Santos. Émerson também atuou como comentarista esportiva e auxiliar técnico. “Eu tenho realmente um sonho de conhecer Jerusalém, essa cidade iluminada”, disse Emerson à RFI. Outros nomes cotados - e não confirmados - são Kaká e Dida.

O “Shalom Game” vai acontecer no dia 6 de dezembro no Estádio Teddy, em Jerusalém. A partida terá dois tempos de 35 minutos cada e contará com regras especiais.

“A ideia do projeto é trazer jogadores, estrelas mundiais, que já foram campeões mundiais, já ganharam prêmio de melhor jogador do mundo, da Seleção brasileira, e reuni-los também com jogadores importantes da Seleção de Israel, tanto judeus quanto árabes”, diz o brasileiro Mauro Rosenszajn, fundador da MTR7, empresa responsável pelo evento.

Hanucá

Após a partida, os jogadores – incluindo os brasileiros – vão acender velas de Hanucá, a Festa das Luzes judaica que acontece sempre em dezembro. O Hanucá celebra um milagre pelo qual, segundo os judeus, uma lamparina que deveria ficar acesa por apenas um dia, iluminou por oito dias o Templo Sagrado de Jerusalém, após a chamada Revolta dos Macabeus. Os judeus costumam acender velas por oito dias em lembrança.

“Os jogadores vão acender velas para divulgar a paz no mundo. Que a chama das velas de Hanucá se espalhem pelo mundo e que a gente consiga iluminar o coração de todos em prol da paz”, espera Mauro Rosenszajn. Dois meses antes do jogo, em outubro, alguns dos jogadores brasileiros visitarão Israel para promover o jogo.

Em junho, a seleção argentina cancelou um jogo amistoso que faria contra a Seleção de Israel uma semana antes da Copa da Rússia. A Associação de Futebol Argentino (AFA) alegou que os jogadores preferiam se preparar para o Mundial sem viajar antes, mas, em Israel, o cancelamento foi atribuído a ameaças de ativistas palestinos recebidas pelas famílias de alguns jogadores, incluindo Lionel Messi. O movimento BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções contra Israel) comemorou o cancelamento.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.