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Mundo

Indonésia: mais de 500 turistas ficam bloqueados depois do terremoto que atingiu o monte Rijani

media Montanhistas que estavam na montanha de Rinjani na cidade de Sembalun em Lombok Timur, Indonésia, o 29 de julho de 2018. Antara Foto/Ahmad Subaidi/via REUTERS

Centenas de turistas e seus guias que ficaram bloqueados nesta depois do terremoto deste domingo (29) que atingiu o monte Rinjani, na Indonésia, começaram a descer a montanha nesta segunda-feira (30). O tremor atingiu 6,4 de magnitude na escala Ritcher.

Turistas de diversas nacionalidades estão presos na ilha de Lombok, bastante frequentada por adeptos de caminhadas. Segundo as autoridades do país, eles são, na maior parte, franceses, alemães, holandeses, americanos e tailandeses.

Helicópteros das Forças Armadas e equipes de resgate foram mobilizados para lançar mantimentos na área e retirar os estrangeiros perto do monte Rijani, segundo a direção do parque nacional, Sudyono. Cerca de 500 pessoas estão perto do lago Segara Anakan e 60 estão no vilarejo de Batu Ceper. As operações vão durar pelo menos até terça-feira.

De acordo com o porta-voz da agência de buscas, Agus Hendra Sanjaya, os turistas têm comida e bebida suficiente para sobreviverem durante dois dias. Nenhum deles está ferido. Centenas de casas foram destruídas, provocando cenas de pânico. O tremor também foi sentido nas ilhas de Gili, no largo de Lombok, e em Bali e deixou pelo menos 16 mortos e 160 feridos.

Desabamento

O monte Rinjani, com 3.726 metros de altitude, é o segundo maior vulcão da Indonésia. O tremor, acompanhado de mais de cem réplicas, provocou o desabamento de pedras e lama, o que levou ao bloqueio dos turistas. O local foi fechado e mais de 5.141 pessoas foram levadas para abrigos provisórios. Eles estão sem água potável, de acordo com um porta-voz da agência de gestão das catástrofes, Sutopo Purwo Nugroho.

O presidente da Indonésia, Jokowi Widodo, visitou nesta segunda-feira as áreas atingidas e prometeu uma ajuda financeira para os habitantes que perderam suas casas na catástrofe. O país é um arquipélago formado por 17 mil ilhas e está localizado no chamado cinturão de fogo do Pacífico, uma área de forte atividade sísmica.

 

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