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Mundo

Integrantes do Pussy Riot, banda punk feminista anti-Kremlin, interrompem final da Copa

media Integrantes do Pussy Riot saúdam o atacante francês Mbappé em campo. Reuters

A final entre França e Croácia foi brevemente interrompida neste domingo (15) em Moscou pela intrusão de três integrantes da banda punk feminista anti-Kremlin e anti-Putin "Pussy Riot ". Elas foram imediatamente retiradas de campo e levadas pela polícia.  

As intrusas, que usavam uniformes da polícia, foram detidas pela mesma, segundo disse uma delas à agência Reuters, por telefone, de uma delegacia perto do estádio Luzhniki em Moscou, onde a França bateu a Croácia por 4 a 2 e conquistou sua segunda copa do mundo de futebol, 20 anos após 1998.

As três integrantes conseguiram atravessar cerca de cinquenta metros no chão, em diferentes direções, antes de ser capturadas e evacuadas do terreno. Um quarto integrante tentou alcançar o campo, mas foi bloqueado antes. cO jogo, assistido pelo presidente russo Vladimir Putin, foi interrompido por 25 segundos.

A polícia de Moscou disse que prendeu três jovens mulheres e um jovem pela intrusão no campo durante a final da Copa do Mundo. Em um post na página do Facebook da Pussy Riot, o grupo indica que a intrusão no solo tinha a intenção de chamar atenção às violações dos direitos humanos na Rússia.

O grupo se refere a Oleg Stentsov, um cineasta ucraniano condenado a 20 anos de prisão em 2015 por ter, após a anexação da Crimeia, ter colocado fogo em seus escritórios na península, incluindo um pertencente ao partido no poder na Rússia. Oleg Sentsov, de 42 anos, foi condenado pela Justiça russa por "terrorismo" e "tráfico de armas".

Em seu post no Facebook, o Pussy Riot pede a libertação dos presos políticos, liberdade expressão na internet e a liberdade de se manifestar, além de um verdadeiro pluralismo político.

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