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Mundo

OEA condena violência na Nicarágua

media Manifestações contra o presidente Daniel Ortega na Nicarágua REUTERS/Oswaldo Rivas

A Assembleia da Organização dos Estados Americanos (OEA) condenou nesta terça-feira (5) a violência que tomou conta da Nicarágua há mais de um mês e já deixou 121 mortos. Cerca de 1.300 pessoas foram feridas na onda de protestos contra o governo de Ortega.

A "Declaração de Apoio ao Povo da Nicarágua", apresentada pelos Estados Unidos e pelo próprio governo nicaraguense, exige "o fim imediato dos atos de violência, intimidação e ameaças dirigidas contra o público em geral", mas não responsabiliza o governo do presidente Daniel Ortega.

A CIDH (Comissão Interamericana dos Direitos Humanos), órgão autônomo da OEA, emitiu 15 recomendações, incluindo "o fim imediato da repressão" e o respeito à vida de todos os manifestantes, "em especial os estudantes". Mas a declaração não condena explicitamente o governo de Daniel Ortega pela repressão praticada pela polícia e por grupos armados ligados ao governo, como denunciam organizações de defesa dos direitos humanos.

"Isso já é um massacre, uma tragédia humana onde se busca exterminar todos os jovens que pensam diferente ou são críticos a uma gestão de governo", disse a secretária-executiva do Centro Nicaraguense de Direitos Humanos (Cenidh), Marlin Sierra.

Menor morre em protestos

Os confrontos entre manifestantes e as forças de ordem continuaram nesta terça-feira (5) com um menor de idade morto na turística cidade de Granada depois de ter tomado um tiro, segundo o Cenidh. O pároco da igreja Xalteva de Granada, Wilmer Pérez, disse ao canal 100% Notícias que ele morreu em meio a enfrentamentos quando grupos ligados ao governo tentaram retirar uma barricada na cidade, 45 quilômetros ao sul da capital.

A Anistia Internacional (AI) afirmou em um comunicado publicado no México que Ortega "não tem demonstrado a menor inclinação para pôr fim à sua política sistemática de repressão violenta que já custou mais de 100 vidas em menos de dois meses, com um saldo que sobe a cada dia". O governo inicialmente não se pronunciou sobre a denúncia da Anistia Internacional.

  

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