Ouvir Baixar Podcast
  • 14h27 - 14h30 GMT
    Flash de notícias 20/11 14h27 GMT
  • 14h06 - 14h27 GMT
    Programa 20/11 14h06 GMT
  • 14h00 - 14h06 GMT
    Jornal 20/11 14h00 GMT
  • 08h57 - 09h00 GMT
    Flash de notícias 20/11 08h57 GMT
  • 08h36 - 08h57 GMT
    Programa 20/11 08h36 GMT
  • 08h30 - 08h36 GMT
    Jornal 20/11 08h30 GMT
  • 08h33 - 08h57 GMT
    Programa 18/11 08h33 GMT
  • 08h30 - 08h33 GMT
    Jornal 18/11 08h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

Premiê israelense diz que Hamas pôs crianças de Gaza na linha de fogo

media Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu durante conferência sobre saúde pública em Tel Aviv (Março 2018) REUTERS/Amir Cohen

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, acusou, nesta terça-feira (15), o movimento islamita Hamas de colocar crianças na linha de fogo "deliberadamente", em meio a fortes críticas a Israel pelo massacre de dezenas de manifestantes palestinos na fronteira com Gaza.

Netanyahu disse à televisão americana que as tropas não tiveram outra opção a não ser usar a força letal durante os protestos contra a abertura da embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém, na segunda-feira (14), e que a responsabilidade das mortes recai inteiramente no grupo radical.

"Eles (Hamas) estão pressionando civis, mulheres, crianças, para que se aproximem da linha de fogo com o objetivo de obter vítimas", disse Netanyahu à emissora CBS. "Nós estamos tentando diminuir o número de mortes, eles estão tentando causar baixas para pressionar Israel, o que é horrível. Essas coisas são evitáveis. Se o Hamas não os tivesse empurrado para lá, não teria acontecido nada. O Hamas é responsável por fazer isso e o estão fazendo deliberadamente", acrescentou.

Vários governos expressaram sua preocupação sobre o uso de armas de fogo contra os manifestantes, e o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, acusou o Estado judeu de "terror estatal".

Mas Netanyahu disse que outros países teriam feito o mesmo para proteger suas fronteiras. "Não sei de nenhum Exército que faria algo diferente se tivesse que proteger a sua fronteira contra pessoas que dizem 'vamos destruí-los e vamos invadir seu país'", disse. "Você tenta outras formas, todas as formas, tenta usar meios não letais e não funcionam (...) Tenta atirar debaixo do joelho, mas às vezes, infelizmente, não funciona", explicou.

Casa Branca

O governo dos Estados Unidos também responsabilizou pelo derramamento de sangue o Hamas, que governa a Faixa de Gaza e não reconhece o direito de Israel de existir. “Israel agiu com moderação ante a provocação do Hamas”, assegurou a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, em uma reunião urgente do Conselho de Segurança sobre a violência em Gaza. "A organização terrorista Hamas tem incitado a violência durante anos, muito antes de os Estados Unidos decidirem mudar a embaixada", disse.

Os disparos israelenses de segunda-feira (14) na Faixa de Gaza provocaram a morte de "oito crianças menores de 16 anos" entre os mais de 50 palestinos abatidos, afirmou Riyad Mansur, embaixador palestino na ONU.

Um bebê de oito meses faleceu após inalar gás lacrimogêneo durante os confrontos.

Com informações da AFP.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.