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Mundo

Síria acusa Israel por bombardeio contra base militar no centro do país; dezenas morreram

media Os presidentes sírio, Bashar al-Assad, e russo, Vladimir Putin, em foto de dezembro de 2017. Sputnik/Mikhail Klimentyev/ via REUTERS

O regime sírio acusou nesta segunda-feira (9) Israel por um ataque contra uma base militar na região central da Síria, que deixou pelo menos 14 mortos, incluindo iranianos. Os mísseis atingiram a base T-4, que também é conhecida como a base aérea de Tiyas.

"A agressão israelense no aeroporto T-4 foi realizada por aviões F-15 que lançaram vários mísseis", afirmou uma fonte militar citada pela agência oficial SANA.

A agência havia acusado inicialmente o governo dos Estados Unidos, mas depois modificou sua declaração.

Os presidentes dos Estados Unidos e da França, Donald Trump e Emmanuel Macron, anunciaram no domingo uma "resposta forte e comum" após um suposto "ataque químico" que deixou dezenas de mortos em Duma, uma zona rebelde próxima de Damasco.

Washington e Paris negaram qualquer participação no ataque, enquanto o exército de Israel se recusou a fazer qualquer comentário.

Ao mesmo tempo, a Rússia acusou Israel pelo ataque contra a base militar T-4, entre as cidades de Homs e Palmira.

"Dois aviões F-15 do exército israelense atacaram o a base aérea entre 3H25 e 3H53 horário de Moscou (21H25 e 21H53 de Brasília, domingo) com a ajuda de oito mísseis teleguiados a partir do território libanês, sem penetrar no espaço aéreo sírio", afirmou o ministério russo da Defesa.

De acordo com Moscou, cinco dos oito mísseis teleguiados foram destruídos pela defesa antiaérea sírio e três atingiram a base". "Nenhum assessor russo presente na Síria ficou ferido no ataque", afirma o comunicado.

A ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), que tem uma ampla rede de fontes para monitorar o conflito, informou que 14 militares morreram, incluindo pelo menos três sírios e iranianos.

Hezbollah

O diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman, afirmou que as forças do regime, apoiadas por Rússia e Irã, assim como por combatentes da milícia libanesa Hezbollah, têm presença na base.

Israel advertiu em várias oportunidades que não aceitará que o Irã, seu grande inimigo, estabeleça trincheiras militares na Síria e bombardeou alvos iranianos neste país.

Em fevereiro, Israel acusou as forças iranianas presentes na base T-4 pelo envio de um drone ao território israelense.

Depois de bombardear unidades iranianas na Síria, um F-16 de Israel foi derrubado pela Síria em um dos momentos mais violentos do conflito.

Em seguida, Israel executou o que chamou de ações de "grande escala" contra os sistemas de defesa aérea sírios e alvos iranianos, que segundo os comunicados incluíam a base T-4.

Duma

Especialistas russos que investigaram o ataque a Duma, onde o regime sírio é acusado de lançar um ataque químico contra os rebeldes, não encontraram "vestígios" de substância química, assegurou nesta segunda-feira o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov.

"Nossos especialistas militares já estiveram lá. Eles não encontraram nenhum traço de cloro ou qualquer substância química usada contra civis", disse ele em entrevista coletiva.

Este suposto ataque químico em Duma, a última fortaleza controlada pelos rebeldes na vasta região de Guta Oriental, matou mais de 60 pessoas de deixou cerca de mil feridos.

(Com informações da AFP)

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