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Mundo

Prêmio Pritzker, o Nobel da arquitetura, vai pela primeira vez para um indiano

media Balkrishna Doshi (em foto de arquivo) é o primeiro indiano a ganhar o "Nobel da Arquitetura" Divulgação/Cortesia do Pritzker Arquitecture Prize

O arquiteto indiano Balkrishna Doshi, um pioneiro na construção de moradias de baixo custo, ganhou nesta quarta-feira (7) o Prêmio Pritzker. Essa é a primeira vez que um profissional da Índia conquista a honraria, considerada o equivalente ao Prêmio Nobel de Arquitetura.

Além de defender uma arquitetura sustentável, Doshi é conhecido por um estilo modernista, algo que sempre destoou em uma Índia tradicionalista. Porém, ele sempre incorporou em sua obra elementos de sua própria cultura.

Um de seus projetos mais emblemáticos é o Aranya, no estado indiano do Madhya Pradesh. O conjunto de sobrados construído nos anos 1980 para responder à crise da moradia na região abriga, até hoje, cerca de 80 mil pessoas.

As realizações de Doshi “respeitam a cultura oriental ao mesmo tempo que melhoram a qualidade de vida na Índia”, apontou o júri do Pritzker em um comunicado. “Durante anos, ele criou uma arquitetura séria, sem tentar chamar atenção ou seguir tendências”, continuou o texto.

“Eu devo esse prêmio a meu guru, Le Corbusier”, declarou o indiano, que se considera um discípulo do arquiteto franco-suíço. Aos 90 anos de idade, ele se torna o arquiteto mais idoso a ganhar o Pritzker.

Em 2017, o prêmio foi para o trio espanhol Rafael Aranda, Carme Pigem e Ramon Vilalta, do estúdio RCR Arquitectes, na Catalunha. A honraria já foi concedida no passado a nomes como os brasileiros Oscar Niemeyer (1988) e Paulo Mendes da Rocha (2006), o francês Jean Nouvel (2008), o japonês Tadao Ando (1995) ou o norte-americano Frank Gehry (1989).

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