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Mundo

Equipes de resgate continuam buscas de avião que caiu no Irã

media Equipes de resgate iranianas retomaram nesta segunda-feira as operações de busca do avião que caiu no domingo em uma região montanhosa do sudoeste do país. REUTERS/Tasnim News Agency

A imprensa iraniana divulgou que a carcaça do avião ATR 72 da companhia iraniana Aseman Airlines, que caiu neste domingo (18), com 66 pessoas a bordo, teria sido encontrada nesta segunda-feira (19), em Dengezlu, na província de Ispahan. Mas, segundo a aviação civil iraniana, a informação ainda não pode ser confirmada.

O avião fazia a ligação entre a capital Teerã e a cidade de Yasuj, no sudoeste do Irã, quando desapareceu dos radares durante uma tempestade de neve, ao se aproximar de seu destino. De acordo com as autoridades, o bimotor provavelmente não explodiu no ar e a tragédia dificilmente deixou sobreviventes. As buscas são dificultadas pelas péssimas condições meteorológicas.

Segundo a TV estatal, quatro helicópteros foram enviados para a área do acidente, mas tiveram que voltar por conta de uma visibilidade reduzida. As equipes de segurança estão sendo obrigadas a realizar as buscas a pé, segundo agentes da Cruz Vermelha no Irã.

Centenas de cães e guardas de montanhas também estão participando das operações, em altitudes que podem chegar a 4.500 metros. A BEA, agência nacional de aviação civil francesa, anunciou o envio de três investigadores e conselheiros técnicos que devem ajudar na investigação das autoridades iranianas. Segundo a agência Irna, as autoridades também retiraram amostras de DNA dos membros das famílias dos passageiros para ajudar na futura identificação dos corpos.

Companhia é proibida na UE

A Aseman Airlines foi incluída em 2016 na lista das companhias europeias aereas na União Europeia. É uma das três companhias aereas citadas nominalmente neste grupo. As outras 190 integram o ranking porque seus países de origem são alvo de restrições.

Durante muito tempo, o Irã acusou o governo dos Estados Unidos de colocar em perigo seu sistema de transporte aéreo por culpa das sanções comerciais contra a República Islâmica e que, para Teerã, são contrárias ao direito internacional.

Em um documento de trabalho transmitido em 2013 à Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), vinculada às Nações Unidas, o Irã afirmou que as sanções americanas impediam o país de adquirir "peças, serviço e assistência indispensáveis em termos de segurança aérea".

Embargo dos EUA

A indústria de transporte aéreo iraniano está submetida, desde 1995, a um embargo dos Estados Unidos que impede às empresas comprar aviões civis ou peças de reposição. Uma parte de sua frota permanece parada. Com a crise provocada desde 2003 pelo programa nuclear iraniano foram anunciadas novas sanções comerciais dos Estados Unidos, assim como da União Europeia e da ONU.

Este embargo foi retirado de forma parcial após o acordo nuclear assinado em 2015 pelo Irã e as grandes potências (Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia, China e Alemanha). Após o acordo, a Aseman Airlines assinou em junho de 2017 um contrato com a americana Boeing para adquirir 30 aeronaves do tipo 737 MAX, por um valor de três bilhões de dólares.

(Com informações da AFP)

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