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Mundo

Empresa americana vai retomar buscas pelo voo MH370 da Malásia Airlines

media Parentes dos passageiros acusaram a companhia aérea e o governo de esconder informações. REUTERS/Jason Lee

A Malásia assinou nesta quarta-feira (10) um acordo com uma empresa americana que em breve retomará as buscas pelo voo MH370 da Malásia Airlines, quase quatro anos após o seu misterioso desaparecimento com 239 pessoas a bordo.

A Ocean Infinity, uma empresa especializada em pesquisa subaquática, deverá começar as operações em meados de janeiro com um barco de alta tecnologia em uma nova área no sul do Oceano Índico.

O Boeing 777 desapareceu em 8 de março de 2014, pouco depois de decolar de Kuala Lumpur com destino a Pequim. Nenhum rastro do aparelho foi encontrado durante as investigações feitas em cerca de 120 mil km2 no sul do Oceano Índico, na altura da Austrália. As buscas foram feitas também por satélites que analisaram a possível trajetória da aeronave depois que ela desviou de sua rota.

Após quase três anos de buscas lideradas pela Austrália, em cooperação com a Malásia e a China, de onde eram a maioria das vítimas, a procura foi suspensa em janeiro de 2017.  

Cerca de 20 possíveis pedaços da aeronave encontrados na costa do Oceano Índico ao largo da África Oriental - longe da área das buscas - foram identificados. Mas essas descobertas não resolveram o maior mistério da aviação civil moderna.

"Gostaria de reiterar nosso compromisso inabalável em resolver o mistério do MH370", disse o ministro da Malásia, Liow Tiong Lai, em uma cerimônia para assinar o acordo com a Ocean Infinity.

As famílias de vítimas apreciaram a decisão de retomar a pesquisa. “Nós não sabemos o que aconteceu, precisamos entender o que ocorreu antes de poder virar a página", declarou o marido de uma das vítimas. Na época da tragédia, muitos parentes dos passageiros do voo MH370 acusaram a companhia aérea da Malásia e o governo de esconder informações sobre o ocorrido.

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