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Mundo

Em mensagem de Ano Novo, Kim Jong Un diz que tem botão de armas nucleares na mesa

media Sul-coreanos assistem à mensagem de Kim Jong Un na TV JUNG Yeon-Je / AFP

O líder norte-coreano Kim Jong Un disse nesta segunda-feira (1) que os Estados Unidos não têm mais meios para atacar a Coreia do Norte, que se transformou, segundo ele, em uma potência nuclear. Ao mesmo tempo, Kim Jong Un se declarou favorável à abertura de um diálogo com a Coreia do Sul.

Em sua mensagem de Ano Novo, o dirigente norte-coreano declarou que Pyongyang só utilizaria suas armas atômicas se sua segurança estivesse ameaçada, mas afirmou que manteria seu programa de desenvolvimento de mísseis balísticos e ogivas nucleares, que devem, segundo ele, serem produzidos em grande escala.

“Os Estados Unidos estão ao alcance de nossas armas nucleares. Tenho um botão que pode acioná-las dentro do meu escritório. É a realidade, não é uma ameaça”, disse o líder norte-coreano em seu pronunciamento televisivo.

Pyongyang intensificou seu programa nuclear e balístico em 2017, despertando a ira dos EUA e a preocupação da comunidade internacional. O país foi alvo de diversas sanções do Conselho de Segurança da ONU.

O presidente americano, Donald Trump, não economizou as ameaças contra o regime durante o ano de 2017 e disse que “destruiria totalmente a Coreia do Norte” em caso de ataque contra o território americano. A troca de farpas levou o próprio secretário-geral da ONU, António Guterres, a afirmar que o mundo teme uma guerra nuclear com os norte-coreanos.”

Olimpíadas de inverno

Apesar das tensões com os EUA, o líder norte-coreano se disse disposto a retomar o diálogo com a Coreia do Sul e melhorar as relações com o país vizinho. “Deveríamos reduzir as tensões militares na península coreana para criar um ambiente pacífico”, declarou. “O Norte e o Sul deveriam fazer esforços mútuos”.

O líder norte-coreano também não descartou a participação da delegação norte-coreana nos Jogos Olímpicos de inverno, que acontecem fevereiro em Pyeongchang, na Coreia do Sul. Dois atletas norte-coreanos foram classificados. “Esta será uma bela ocasião de mostrar a unidade do nosso povo e esperamos que esses jogos sejam um sucesso”, disse.

O presidente sul-coreano Moon Jae-in, favorável ao diálogo com o Norte, estimou que a participação da Coreia do Norte na competição garantiria a segurança do evento e propôs no mês passado que a Coreia do Sul e os Estados Unidos cancelassem as manobras militares conjuntas que acontecem normalmente em fevereiro e março e são vistas como uma provocação por Pyongyang.

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