Ouvir Baixar Podcast
  • 14h27 - 14h30 GMT
    Flash de notícias 09/12 14h27 GMT
  • 14h06 - 14h27 GMT
    Programa 09/12 14h06 GMT
  • 14h00 - 14h06 GMT
    Jornal 09/12 14h00 GMT
  • 08h57 - 09h00 GMT
    Flash de notícias 09/12 08h57 GMT
  • 08h33 - 08h57 GMT
    Programa 09/12 08h33 GMT
  • 08h30 - 08h33 GMT
    Jornal 09/12 08h30 GMT
  • 08h36 - 08h57 GMT
    Programa 07/12 08h36 GMT
  • 08h30 - 08h36 GMT
    Jornal 07/12 08h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

Manifestações levam Irã a restringir acesso às redes sociais

media Manifestantes tomam as ruas de Teerã há três dias. Reuters/Third Party

O acesso ao aplicativo Telegram e à rede social Instagram através de celulares voltou a ser restringido no Irã, neste domingo, depois de três dias de manifestações contra o governo por todo país.

As autoridades acusam grupos "contrarrevolucionários" estabelecidos no exterior de recorrer às redes sociais, especialmente o Telegram, para convocar a população a ir às ruas e a usar coquetéis Molotov e armas de fogo.

"Ontem à tarde, alguns elementos contrarrevolucionários utilizaram as redes sociais para ensinar as pessoas a usarem armas de fogo e coquetéis Molotov", declarou à televisão estatal o ministro das Telecomunicações, Mohamad Javad Azari.

Ele advertiu que "o Conselho Supremo de Segurança Nacional tomará medidas se a contrarrevolução tentar utilizar as redes sociais para provocar distúrbios".

Restrição começou no sábado

No sábado, o ministro acusou um canal da rede encriptada Telegram de encorajar um "levantamento armado".

O cofundador do serviço de mensagens instantâneas Pavel Durov anunciou posteriormente o fechamento no Telegram da rede Amadnews - que tem quase 1,4 milhão de inscritos - por ter incitado a "violência".

Mas imediatamente apareceram outros canais no Telegram, em particular o sedaimardom, que em algumas horas conseguiu mais de 700.000 inscritos, chamando as pessoas a se manifestarem difundindo vídeos de protestos.

"As autoridades iranianas bloquearam o acesso ao Telegram para a maioria dos iranianos após nos recusarmos a fechar https://t.me/sedaiemardom (voz do povo) e outros canais que convocam manifestações pacíficas", reagiu Pavel.

 

 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.