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Mundo

Presidente sul-coreano quer rever acordo com Japão sobre “escravas sexuais”

media O presidente sul-coreano Moon Jae-In não está satisfeito com o acordo assinado com o Japão AFP

O conflito histórico entre a Coreia do Sul e o Japão envolvendo as 200 000 mulheres feitas de escravas sexuais pelo exército imperial japonês durante a dominação colonial de 1910 a 1945 parece longe de acabar. As vítimas eram em sua maioria coreanas, mas vinham também da China, da Indonésia e de outros países asiáticos.

Em 2015, os dois países assinaram um acordo que tentava solucionar o litígio, onde o Japão apresentava suas “sinceras desculpas” e doava um bilhão de ienes, cerca de R$30 milhões, a uma fundação para reparar os danos causados às sobreviventes.

Mas o presidente sul-coreano Moon Jae-In declarou nesta quinta-feira (28) que a transação não é suficiente. Essa questão é fonte de disputa há décadas e muitos sul-coreanos a veem como símbolo das violências cometidas pelo Japão.

Assunto delicado

O acordo, assinado pelo governo da ex-presidente conservadora Park Geun-Hye, que sofreu um impeachment, foi fortemente criticado pela opinião sul-coreana. O atual presidente de centro-esquerda havia se engajado, durante sua campanha, a reavaliar o documento.

A equipe encarregada de analisar o acordo confirmou que ele foi “precipitado” e “imperfeito”. “Ainda que tenha sido aprovado pelos dirigentes dos dois países, eu insisto que o documento não soluciona o problema dessas mulheres”, afirmou o presidente.

Na quarta-feira (27), a Ministra das Relações Exteriores sul-coreana apresentou suas desculpas, julgando o assunto “delicado” para as vítimas.

Num momento em que os dois aliados dos EUA enfrentam juntos a questão dos programas nuclear e basílico de Pyongyang, as declarações do presidente sul-coreano podem enfraquecer a diplomacia entre a Coreia do Sul e o Japão.

 
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