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Mundo

Egito enforca 15 homens acusados de ataques terroristas

media Militares egípcios patrulham região norte do Sinai, frequentemente alvo de extremistas. REUTERS/Mohamed Abd El Ghany

Quinze homens considerados culpados por ataques terroristas no Egito foram enforcados nesta terça-feira (26). Essa é a maior execução coletiva no país desde o enforcamento de seis jihadistas em 2015.

As execuções ocorreram nas prisões onde os homens estavam detido desde que foram condenados à morte por um tribunal militar. Segundo as autoridades egípcias, o grupo atacou soldados na região do Sinai, no nordeste do Egito, durante uma insurreição jihadista.

Os enforcamentos acontecem uma semana após um atentado reivindicado pelo grupo Estado Islâmico contra um aeroporto militar do Sinai. O ataque foi registrado durante uma visita à região do ministro da Defesa, Sedky Sobhy, e do ministro do Interior, Madgy Abdel Ghaffar.

Ataques frequentes durante governo de Al-Sissi

Desde a destituição do presidente Mohamed Morsi pelos militares egípcios, em 2013, grupos extremistas atacam frequentemente as forças de segurança do país, especialmente na região do Sinai. Os violentos incidentes já deixaram centenas de mortos, entre militares, policiais e civis. O mais recente deles teve a mesquita de Bir al-Abed como palco, perto da cidade de Al-Arich, no qual 300 pessoas morreram.

O governo do general Abdel Fatah al-Sissi é famoso pelas condenações à morte. A maioria dos processos ainda está relacionada com a revolta de parte da população com a destituição de Morsi. Para eliminar seus opositores, o general instaurou um governo extremamente repressor, condenado praticamente todas as lideranças do movimento político-religioso Irmandade Muçulmana e jovens que lideraram a mobilização revolucionária de 2011.

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