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Mundo

Papa pede "paz para Jerusalém" e volta de "diálogo sereno" na Venezuela

media O papa Francisco durante a benção « Urbi et Orbi » de seu balcão na Basílica de São Pedro, no Vaticano, em 25 dezembro de 2017. AFP/Andreas Solaro

Durante a tradicional mensagem de Natal na Basílica de São Pedro nesta segunda-feira (25), o papa Francisco afirmou que "ventos da guerra" estão soprando sobre o mundo e se referiu a vários conflitos e crises que estão  em evidência em várias regiões do planeta. Em sua tradicional benção, o sumo pontífice defendeu principalmente a criação de dois Estados como solução para o conflito israelo-palestino e pediu "paz para Jerusalém".

"Neste dia de festa, pedimos ao Senhor paz para Jerusalém e para toda a Terra Santa", declarou o Sumo Pontífice na tradicional benção "urbi et orbi" (para a cidade e ao mundo). Em referência ao conflito que voltou ao centro das preocupações da geopolítica mundial desde a declaração de Donald Trump de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, o papa Francisco fez um apelo para a promoção do diálogo.

"Oremos para que prevaleça entre as partes a vontade do diálogo e para que se possa finalmente chegar à solução negociada que permita e coexistência pacífica de dois Estados dentro de fronteiras definidas e reconhecidas internacionalmente", declarou.

Esta foi a segunda vez que o líder da Igreja Católica se expressa em público sobre a Terra Santa desde o anúncio de Trump sobre a transferência da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém. Anteriormente, o papa havia pedido respeito ao "status quo" da cidade sagrada de acordo com as resoluções das Nações Unidas.

A decisão de Washington, em seis de dezembro, provocou uma onda de condenação mundial de diferentes lideranças políticas e desencadeou revoltas violentas por parte de grupos palestinos.

Mundo em crise

Além do agravamento das tensões entre israelenses e palestinos, o papa Francisco demonstrou muita preocupação com outras regiões do mundo marcadas pela guerra e por crises políticas e econômicas.

Ele evocou as crianças sírias "ainda muito marcadas pela guerras", esperando que o país encontre a "dignidade em cada pessoa" e se comprometa com a "reconstrução do tecido social, independentemente das origens étnicas e religiosas".

O líder religioso ainda se referiu ao Iraque como um país "ainda ferido e dividido pelas hostilidades" dos últimos 15 anos e ao Iêmen, onde acontece um conflito "em grande parte esquecido" enquanto a população sofre com doenças e a com a falta de comida.

Para a península coreana, o papa Francisco disse rezar para que sejam superadas as diferenças e que a "confiança recíproca possa se desenvolver para o bem de todo o mundo". O pedido feito durante a mensagem de Natal acontece um dia depois de a Coreia do Norte ter qualificado as novas sanções adotadas pelo Conselho de Segurança da ONU como um "ato de guerra". Pyongyang reiterou ainda que as recentes medidas não vão frear os programas nucleares e balísticos do país.

Na sua mensagem realizada para uma multidão de fiéis na Basílica de São Pedro, Francisco lembrou da situação difícil da Venezuela e apelou para a volta de um "diálogo sereno" no país que enfrenta nos últimos anos uma grave crise política e econômica.

 

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