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Mundo

Repressão em Mianmar deixou pelo menos 6.700 rohingyas mortos em agosto, diz RSF

media Campo de refugiados rohingyas em Bangladesh Marcus Valance/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Pelo menos 6.700 pessoas da minoria muçulmana rohingya morreram no primeiro mês de repressão do exército de Mianmar contra os rebeldes no estado de Rakhine, no oeste do país. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (14) pela ONG Repórteres Sem Fronteiras.

As violências contra a minoria tiveram início no mês de agosto. Segundo a organização, entre os mortos estão 730 crianças menores de cinco anos. Os dados foram obtidos junto a refugiados em Bangladesh.

Cerca de 640 mil deles se instalaram no país desde o fim de agosto para fugir da repressão, classificada como "limpeza étnica" pela ONU. As Forças Armadas birmanesas anunciaram a morte de 400 "terroristas", que segundo o governo de Mianmar foram responsáveis por desencadear a violência no fim agosto.

Casas incendiadas

A investigação da MSF envolve apenas agosto, o primeiro mês de violência, mas o êxodo rohingya continua e as pessoas em fuga afirmam que sofreram violações nas últimas semanas, indicou a organização humanitária.

"Nós ouvimos as pessoas que contaram que famílias inteiras morreram presas em suas casas incendiadas pelos militares", afirmou Wong. A investigação da MSF estabeleceu que 69% das vítimas foram assassinadas a tiros, 9% queimadas vivas e 5% com agressões.

A campanha de repressão do exército birmanês começou em 25 de agosto, após o ataque a vários postos na fronteira por parte do grupo rebelde Exército de Salvação dos Rohingyas de Arakan (ARSA).

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