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Mundo

Presidente do Líbano diz que premiê foi sequestrado pela Arábia Saudita

media O presidente libanês Michel Aoun no palácio de Baabda, em 7 de novembro de 2017. REUTERS/Mohamed Azakir/File Photo

Uma declaração do presidente Michel Aoun surpreendeu na tarde deste sábado (11) a comunidade internacional. O chefe de Estado libanês afirmou na presença de embaixadores estrangeiros que o primeiro-ministro Saad Hariri teria sido sequestrado e pede explicações à Arábia Saudita, onde ele se encontra desde a semana passada. 

O chefe do movimento xiita libanês Hezbollah acusou na sexta-feira (10) a Arábia Saudita de ter "detido" o primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, que na última semana anunciou inesperadamente na capital saudita sua renúncia ao cargo. Em plena tensão entre a Arábia Saudita e o Irã, Nasrallah, líder do movimento xiita, afirmou que a Arábia Saudita está incentivando Israel a atacar o Líbano. 

Desde o anúncio surpresa da renúncia do premiê libanês Saad Hariri quando ele se encontrava na Arábia Saudita, Michel Aoun vem tentando encontrar explicações com representantes da classe política libanesa e diplomatas estrangeiros.

Ele pediu neste sábado à Arábia Saudita para "esclarecer os motivos" que impedem o retorno ao Líbano do primeiro-ministro Saad Hariri, cuja resignação no dia 4 de novembro, na captal saudita, levou a uma nova crise política no país.

Aoun também falou no telefone com o presidente francês, Emmanuel Macron, sobre os "últimos desenvolvimentos" sobre o caso Hariri, de acordo com uma declaração separada da presidência libanesa.

Na sexta-feira, o Palácio do Eliseu informou que o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman "assegurou que não quereria fazer guerra ao Hezbollah" e queria "preservar a estabilidade do Líbano" durante uma reunião com Macron.

Uma semana após o anúncio da demissão de Hariri, seu retorno ao Líbano ainda é esperando, e o presidente libanês ainda não aceitou sua resignação ao cargo, garantindo que estava esperando para encontrá-lo e discutir com ele.

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