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Mundo

Protecionismo de Trump e globalização chinesa se chocam em discursos na Apec

media Globalização: "injusta" para Trump, "inevitável" para Xi Jinping. REUTERS/Jonathan Ernst

Discursando na cúpula do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), o presidente americano Donald Trump afirmou nesta sexta-feira (10) que a economia de seu país "não tolerará" relações comerciais injustas.

Diante de uma plateia de empresários do mundo todo, reunidos na cidade vietnamita de Danang, Trump foi muito crítico ao sistema multilateral que regula o comércio mundial, encarnado pela OMC.

"Não podemos continuar tolerando os abusos comerciais crônicos, e não os toleraremos. Para dizer de maneira clara, a Organização Mundial de Comércio não nos tem tratado com imparcialidade", assegurou.

Acordos, só bilaterais

O esperado discurso de Trump reafirma suas posições dos últimos meses e seu desejo de afastar-se dos grandes tratados comerciais (como o Nafta, entre EUA, México e Canadá) e de investir nas relações bilaterais.

"Farei acordos comerciais bilaterais com qualquer país indo-pacífico que queira ser nosso parceiro e que respeite os princípios de comércio justo e recíproco", disse Trump.

"Sempre colocarei os EUA na frente, da mesma maneira que espero que todos vocês que estão nessa sala ponham seus países em primeiro lugar", acrescentou.

China, o novo arauto do livre-comércio

Por sua vez, o presidente chinês Xi Jingping mostrou, em seu discurso na cúpula do Apec, que buscava reafirmar seu papel de defensor do livre-comércio em nível mundial.

"A globalização econômica tem contribuído de maneira significativa para o crescimento mundial. Na realidade, trata-se de uma tendência histórica irreversível", afirmou Xi, embora tenha lembrado que o comércio precisa ser "mais aberto, mais inclusivo, mais equilibrado, mais equitativo e com mais benefícios para todos".

Por outro lado, Xi defendeu o multilateralismo encarnado pelas organizações internacionais, como a OMC.

"Temos que apoiar o sistema multilateral de comércio e praticar um regionalismo aberto, para permitir que os países em desenvolvimento se beneficiem mais do comércio e dos investimentos internacionais", acrescentou.

(Com agência AFP)

 

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