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Mundo

Trump na China: acordos bilionários e apoio contra Coreia do Norte

media O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a primeira-dama, Melania, e seus homólogos chineses, Xi Jinping e Peng Liyuan, durante visita à Cidade Proibida em Pequim, em 8 de novembro de 2017. REUTERS/Jonathan Ernst

A China e os Estados Unidos assinaram nesta quarta-feira (8) cerca de 20 acordos comerciais avaliados em US$ 9 bilhões, no primeiro dia da visita a Pequim do presidente norte-americano, Donald Trump. Em sua chegada, Trump visitou a Cidade Proibida de Pequim com seu homólogo chinês, Xi Jinping, no início da etapa mais delicada de uma viagem asiática dedicada principalmente a arregimentar apoio contra as ambições nucleares da Coreia do Norte.

Durante a cerimônia de assinatura dos primeiros contratos nas áreas automobilística, agroalimentar e de carne bovina, o vice-primeiro-ministro chinês, Wang Yan, chamou os acordos de "aquecimento" antes da reunião de cúpula China-EUA de quinta-feira (9), na qual é esperado que Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, firmem outros contratos nos setores de gás e da soja.

Os acordos comerciais foram assinados na presença do secretário do Comércio americano, Wilbur Ross, no solene Grande Salão do Povo, na Praça de Tiananmen (Paz Celestial), com a presença de empresários norte-americanos e chineses. "Responder ao desequilíbrio do comércio com a China está no centro das conversações entre o presidente Trump e o presidente Xi", declarou Ross.

As relações comerciais devem ser o tema mais abordado na primeira visita de Trump à China. A bordo do avião que levava Trump a Pequim, um alto funcionário da administração americana comentou os "graves desequilíbrios na relação econômica bilateral, não apenas o déficit comercial, como também as regras injustas, como as transferências de tecnologia impostas às empresas americanas".

O déficit comercial americano a respeito da China não dá sinais de redução um ano depois da eleição de Trump.

A etapa mais “delicada” da turnê asiática de Trump

O avião presidencial norte-americano pousou no aeroporto de Pequim, procedente de Seul, para uma visita de menos de 48 horas à China, país que o republicano criticou duramente antes de sua eleição, há exatamente um ano, com a acusação de que "roubou" milhões de empregos dos Estados Unidos.

Nas últimas semanas, no entanto, Trump elogiou Xi Jinping, de quem espera ajuda em sua missão contra a Coreia do Norte e uma redução do enorme excedente comercial da China em relação aos Estados Unidos.

"Espero com muito impaciência a reunião com o presidente Xi, que acaba de obter uma grande vitória política", escreveu Trump no Twitter algumas horas antes de chegar a Pequim. Trump se referia ao novo mandato de cinco anos obtido por Xi no recente congresso do Partido Comunista da China (PCC) e, portanto, à frente do país de maior população do mundo.

"Ele o elogia para preparar o terreno e deixá-lo de bom humor porque tem coisas desagradáveis a dizer", opinou o sinólogo Jean-Pierre Cabestan, da Universidade Batista de Hong Kong.

Apesar da China ter aprovado as últimas sanções da ONU contra a Coreia do Norte e prometido aplicá-las, Washington deseja que Pequim faça mais para asfixiar economicamente Pyongyang.

"Prosseguem os intercâmbios comerciais na fronteira sino-coreana", afirmou uma fonte do governo norte-americana à imprensa no avião que transportou Trump a Pequim. "Vamos trabalhar estreitamente com os chineses para identificar estas atividades e acabar com elas", completou.

(Com informações da AFP)

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