Ouvir Baixar Podcast
  • 14h27 - 14h30 GMT
    Flash de notícias 10/12 14h27 GMT
  • 14h06 - 14h27 GMT
    Programa 10/12 14h06 GMT
  • 14h00 - 14h06 GMT
    Jornal 10/12 14h00 GMT
  • 08h57 - 09h00 GMT
    Flash de notícias 10/12 08h57 GMT
  • 08h33 - 08h57 GMT
    Programa 10/12 08h33 GMT
  • 08h30 - 08h33 GMT
    Jornal 10/12 08h30 GMT
  • 08h36 - 08h57 GMT
    Programa 08/12 08h36 GMT
  • 08h30 - 08h36 GMT
    Jornal 08/12 08h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

China pede aos EUA que preservem o acordo nuclear com o Irã

media Hua Chunying, porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores, que pede que os EUA mantenham o acordo de não proliferação nuclear REUTERS/Jason Lee

A China pediu nesta sexta-feira (13) ao governo dos Estados Unidos que preserve o acordo sobre o programa nuclear do Irã, no dia em que o presidente Donald Trump deve anunciar se retira seu apoio ao pacto assinado em 2015.

"Acreditamos que este acordo é importante para assegurar o regime internacional de não proliferação nuclear, assim como a paz e a estabilidade da região. Esperamos que todas as partes sigam preservando e aplicando este acordo", afirmou a porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores, Hua Chunying.

A porta-voz disse que o chefe da diplomacia chinesa, Yang Jiechi, conversou sobre o tema por telefone na quinta-feira (12) com o secretário de Estado americano Rex Tillerson.

A China foi uma das seis potências - ao lado da Alemanha, Estados Unidos, França, Reino Unidos e Rússia - a assinar em 2015 com o Irã um acordo para impedir que o país produza armamento atômico, em troca da retirada progressiva das sanções contra Teerã.

Mas Donald Trump deve anunciar nesta sexta-feira a retirada de seu apoio ao acordo histórico assinado com o Irã, apesar de a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) afirmar que a República Islâmica respeita os compromissos.

Caso Trump tome tal decisão, a bola passaria ao Congresso americano: os legisladores terão 60 dias para decidir se voltam a impor as sanções retiradas em 2015. Um retorno das sanções ao Irã determinaria a morte do acordo.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.